França: Comemoração do Dia da Bastilha tem protestos nas ruas de Paris

O presidente francês, Emmanuel Macron, supervisionou a comemoração anual do Dia da Bastilha na França, que este ano tem como tema a cooperação militar na União Europeia. Bandeiras dos 10 países da Iniciativa Europeia de Intervenção, um pacto militar conjunto criado no ano passado, estavam na parada militar do domingo pela avenida Champs…

Escrito por: Conteúdo Estadão2 min de leitura
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O presidente francês, Emmanuel Macron, desfila na Champs Elysees, em Paris

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O presidente francês, Emmanuel Macron, participou da comemoração do Dia da Bastilha na França, que este ano tem como tema a cooperação militar na União Europeia. A celebração lembra a Revolução Francesa e aqueles que lutaram contra a monarquia no dia 14 de julho de 1789.

Bandeiras dos 10 países da Iniciativa Europeia de Intervenção, um pacto militar conjunto criado no ano passado, estavam na parada militar deste domingo pela avenida Champs Elysees, em Paris.

Embora a exibição incluísse mais de 4.000 forças armadas, 69 aviões e 39 helicópteros, seu maior interesse era um homem que voava pelo ar em um dispositivo flyboard – a invenção do ex-campeão francês de jet ski, Franky Zapata.

As autoridades francesas tinham proibido protestos nos Campos Elísios neste domingo. Antes das celebrações, imagens da televisão mostraram policiais abordando um dos líderes do movimento Jaquetas Amarelas, Eric Drouet, enquanto ele ficava parado à margem do desfile. Ele e outros dois líderes do movimento Maxime Nicolle e Jérôme Rodrigues teriam sido detidos pela polícia francesa ainda antes do início da parada militar.

Após o fim dos desfile, membros do movimento dos Coletes Amarelos se manifestaram na avenida Champs Elysées, que também foi palco de protestos no Dia da Bastilha.

As tensões nas ruas continuam altas em Paris, após meses de manifestações anti-Macron, pedindo mais ajuda para os trabalhadores franceses. Os protestos dos ColetesAmarelos começaram na França em meados de novembro, devido a proposta de aumentos nas taxas de combustível; mesmo o governo francês tendo abandonado seus planos de elevar esses impostos as manifestações continuaram.

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Do Coteúdo Estadão (Associated Press) e Redação

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