O cotidiano de um caminhoneiro: uma história real

Agradeço ao meu pai e a todos os profissionais, que assim como ele, não pararam por nós

Escrito por: Vitor Azevedo Santana | EM Conceição Silva1 min de leitura
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Trabalhar faz parte do mundo. Muitas pessoas trabalham fora de suas casas, e temos a necessidade disso.

Tem gente que sai (saia) todos os dias na mesma hora e também voltava no mesmo horário. Tem outras pessoas que trabalham de noite, de madrugada e aos finais de semana.

Por causa da pandemia quase todo mundo parou, mas algumas pessoas tiveram que continuar trabalhando, entre elas, os caminhoneiros.

Sou filho de um carreteiro. Meu pai trabalha em uma transportadora. Ele sempre sai tão cedinho, que não o vejo, e quando volta é muito tarde.

Nessa quarentena ele está trabalhando do mesmo jeito, se arriscando por nós. É uma profissão que ele sai para trabalhar, mas não sabe se volta para casa.

Eu sinto muita saudade de brincar com ele e também de conversar, mas ele trabalha para cuidar de mim e da minha mãe (que parou de trabalhar devido a ausência de meu pai), e também para todo mundo, já que ele leva coisas das quais as pessoas precisam.

Agradeço a ele e a todos os profissionais, que assim como ele, não pararam por nós.

Com supervisão de Nicole Almeida. 

Apoio ao Talento: 

Vitor Azevedo Santana | EM Conceição Silva
Vitor Azevedo Santana | EM Conceição Silva

Aluno do 5º ano do Ensino Fundamental I da Escola Municipal Conceição Aparecida Magalhães Silva, em Jacareí

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