Operação Casa Limpa acontece em 11 bairros da zona central de São José neste sábado (22)
Veja onde ocorre a ação

A Prefeitura de São José dos Campos realiza neste sábado (22) mais uma edição da Operação Casa Limpa, voltada ao combate aos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A ação será realizada das 7h às 12h, na região central da cidade.
Durante o período, caminhões da Prefeitura irão percorrer 11 bairros para recolher objetos que possam acumular água. Os moradores devem deixar os materiais em frente às residências antes da passagem das equipes.
Serão recolhidos itens como latas, potes, pneus, garrafas, lonas, vasos sanitários, baldes, tambores, piscinas desmontáveis e outros recipientes que possam se tornar criadouros do mosquito.
A operação passará pelos bairros Chácara Nova Guarani, Frei Leopoldo, Jardim Jussara, Vila Kennedy, Residencial Martins Pereira, Vila Progresso, Jardim São José, Jardim Paulista, Vila Guarani, Jardim Corinthians e Monte Castelo.
Móveis, madeiras e restos de materiais de construção não serão recolhidos durante a operação. Esses itens devem ser levados pelos moradores aos Pontos de Entrega Voluntária (PEVs).
Com a edição deste sábado, a Operação Casa Limpa terá realizado 32 ações em 2026. Nas 31 edições anteriores, foram recolhidas aproximadamente 20 toneladas de materiais com potencial para acumular água.
Ações contra a dengue
As ações de combate ao Aedes aegypti são planejadas de acordo com os resultados da Avaliação de Densidade Larvária (ADL), que permite identificar as regiões com maior necessidade de intervenção.
Além das operações de recolhimento, a Prefeitura utiliza diferentes estratégias para combater a proliferação do mosquito, incluindo ovitrampas, drones, carro antidengue e tablets utilizados pelos Agentes de Combate às Endemias (ACEs).
A Prefeitura também orienta os moradores a manter caixas-d’água e outros reservatórios devidamente tampados, evitar o uso de pratinhos sob vasos de plantas e eliminar recipientes que possam acumular água.
Os agentes que realizam as visitas às residências estão uniformizados e utilizam crachá de identificação. Os moradores podem consultar os registros dos profissionais pela internet, utilizando o nome ou número de matrícula.
Em caso de identificação de possíveis criadouros do mosquito, a população pode entrar em contato com a Central 156, por telefone, site ou aplicativo.
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