Osesp leva 500 pessoas ao Teatro Municipal

Apresentação da Osesp no Teatro Municipal de São José dos Campos. Divulgação/FCCR Um começo promissor. Esta é a síntese do significado do primeiro grande evento cultural após a conquista por São José dos Campos da titulação de Capital Estadual da Cultura outorgada pelo Governo de São Paulo. A apresentação de parte da composição do corpo […]

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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Apresentação da Osesp no Teatro Municipal de São José dos Campos

Apresentação da Osesp no Teatro Municipal de São José dos Campos.

Divulgação/FCCR

Um começo promissor. Esta é a síntese do significado do primeiro grande evento cultural após a conquista por São José dos Campos da titulação de Capital Estadual da Cultura outorgada pelo Governo de São Paulo. A apresentação de parte da composição do corpo orquestral da Osesp em um concerto em homenagem a Ludwig van Beethoven levou mais de 700 pessoas ao Teatro Municipal.

Com lugares limitados, cerca de 200 pessoas não conseguiram assistir a apresentação, algo extremamente comum em salas de concerto de todo o mundo, que neste acontecimento específico traz ainda mais entusiasmo e disposição no que tange a construção futura de uma programação plural por parte da instituição oficial de fomento a arte e cultura da terra de Cassiano Ricardo.

Na ‘Turnê Beethoven Paulista’, a Osesp, foi dividida em dois grupos – regidos por Wagner Polistchuk e Emmanuelle Baldini –, interpretando algumas obras do compositor alemão, incluindo a 5ª e a 7ª e a 9 Sinfonias. Na apresentação em São José, a regência ficou a cargo de Baldini, que emocionou a plateia e fez ecoar a atemporalidade da obra de um dos maiores gênios da música clássica em todos os tempos. O concerto teve a duração de uma hora.

Nem o desconforto de ter tido a porta de acesso ao concerto fechada, mesmo  reconhecido por funcionários da FCCR na condição de convidado da Osesp, ter esperado o ingresso ao segundo movimento no epicentro da dispersão dos munícipes que não conseguiram convites para a apresentação e no final da noite ainda receber “um sabão” infundado semi-público do presidente FCCR após meu legítimo apontamento tete-à-tête a um dos servidores da instituição a respeito do quase impedimento de minha presença no evento, tiraram para mim o brilho deste sopro de esperança para nossa cidade, aqui há público para orquestras.

Que venham novos encontros entre o público e a música clássica

Paz e jardim

Fabrício Correia é jornalista e produtor cultural. Editor convidado do Grupo Meon de Comunicação, edita as revistas “Metrópole Magazine” e “Meon Turismo”.

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