Palmeiras joga mal, mas vence o Atlético-GO em casa pelo Brasileiro
Para sorte do Palmeiras, o adversário desta quarta-feira, no Allianz Parque, era o limitado Atlético-GO e não um rival mais preparado. Pelo futebol fraco apresentado em campo, a vitória por 1 a 0, pelo Campeonato Brasileiro, foi um grande lucro e deu ao time o segundo resultado positivo seguido na competição, além da 27ª partida seguida sem…

Para sorte do Palmeiras, o adversário desta quarta-feira, no Allianz Parque, era o limitado Atlético-GO e não um rival mais preparado. Pelo futebol fraco apresentado em campo, a vitória por 1 a 0, pelo Campeonato Brasileiro, foi um grande lucro e deu ao time o segundo resultado positivo seguido na competição, além da 27ª partida seguida sem perder na arena.
A noite fria em São Paulo e o jogo monótono foram um grande teste para o torcedor gritar pelo Palmeiras. Se enfrentar o Atlético-GO soava como ter três pontos garantidos, a dificuldade em criar transformou a partida fácil em um desanimador convite à zebra. Quem teve as primeiras finalizações perigosas e não passou sustos na defesa foi a equipe visitante.
A retranca goiana segurou o Palmeiras sem chutar a gol por 27 minutos. A primeira tentativa foi em uma finalização torta de Borja. O time que não perde em casa há quase um ano desperdiçou tempo com as falhas corriqueiras. Toques laterais, insistência em armar o jogo com Mina, cruzamentos inúteis e falhas na marcação, principalmente pelas ausências de Thiago Santos e Felipe Melo.
O intervalo certamente seria de bronca do técnico Cuca para o time, até na última bola, o colombiano Borja amenizou a fraca atuação do Palmeiras e também a dele próprio, alvo de vaias até então. Um cruzamento de Róger Guedes desviou na defesa e sobrou para o atacante concluir, aos 45 minutos.
A vantagem não significou um despertar contundente do time para o segundo tempo. O jogo continuou em um ritmo lento, com o Palmeiras acomodado pelo 1 a 0 contra um adversário inferior e sem recursos. A situação era ao mesmo tempo confortável e perigosa. O segundo gol era tão possível de acontecer quanto um descuido resultar no empate.
Cuca fez alterações para reforçar a marcação, ao colocar três zagueiros e tirar Borja no fim para apostar no contra-ataque. Fernando Prass fez duas boas defesas, segurou a vantagem e por não levar gols, foi um dos jogadores mais decisivos por ter feito o Palmeiras ganhar em uma noite de futebol tão pobre.
FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 1 X 0 ATLÉTICO-GO
PALMEIRAS – Fernando Prass; Mayke, Mina, Edu Dracena e Egídio; Jean, Tchê Tchê (Luan) e Guerra; Róger Guedes, Keno (Dudu) e Borja (Raphael Veiga). Técnico: Cuca.
ATLÉTICO-GO – Felipe; André Castro, Roger Carvalho, Eduardo Bauermann e Bruno Pacheco; Silva, Marcão, Andrigo (Diego Rosa), Luiz Fernando e Breno Lopes (Walterson); Everaldo (Júnior Viçosa). Técnico: Doriva
GOLS – Borja, aos 45 minutos do primeiro tempo
ÁRBITRO – Antônio Dib de Sousa (PI).
CARTÕES AMARELOS – Mina, Silva, André Castro, Guerra.
PÚBLICO – 29.014 torcedores.
RENDA – R$ 1.590.701,88.
LOCAL – Arena Allianz Parque, em São Paulo (SP).
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