Pentágono deve enviar centenas de soldados à fronteira com o México
O Pentágono enviará centenas de soldados à fronteira com o México em razão do avanço da caravana de imigrantes da América Central, informou uma fonte nesta quinta-feira, 25, depois que presidente Donald Trump afirmou que os militares seriam usados para combater a “emergência nacional” na fronteira. Falando sob condição de anonimato, a…

O Pentágono enviará centenas de soldados à fronteira com o México em razão do avanço da caravana de imigrantes da América Central, informou uma fonte nesta quinta-feira, 25, depois que presidente Donald Trump afirmou que os militares seriam usados para combater a “emergência nacional” na fronteira.
Falando sob condição de anonimato, a autoridade informou que as tropas serão usadas principalmente para fornecer apoio logístico, incluindo tendas, veículos e equipamentos. Trump tuitou anteriormente que as leis “inspiradas pelos democratas” dificultam a situação das pessoas na fronteira.
“Estou trazendo os militares para esta Emergência Nacional. (Os imigrantes) serão parados!”, escreveu o presidente americano em sua conta no Twitter, reforçando o discurso anti-imigração, um dos principais eixos de sua campanha eleitoral.
Desde o dia 13 deste mês, quando a caravana de imigrantes – que chegou a ter mais de 7 mil membros – saiu de San Pedro Sula, em Honduras, Trump faz críticas quase diariamente a esta questão. Ele já ameaçou países da América Central com o corte de ajuda financeira por não terem sido capazes de impedir a marcha.
Cerca de 2,1 mil membros da Guarda Nacional já foram enviados para a fronteira de EUA e México depois de um decreto assinado por Trump em abril. Essas tropas também cumprem, principalmente, funções de apoio logístico para que as patrulhas de fronteira possam se dedicar apenas a vigiar a divisa entre os dois países.
A emissora americana CNN relatou que, inicialmente, espera-se que o secretário de Defesa, Jim Mattis, autorize o envio de mais 800 membros da Guarda Nacional para reforçar o efetivo que já foi mobilizada para essa região. Com agências internacionais
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