Em diligência da Polícia Federal, prefeitura de Ilhabela esclarece atuação de empresa de segurança patrimonial

A prefeitura teria relacionado o trabalho de vigias patrimoniais com o combate ao tráfico de drogas

Escrito por: Samuel Strazzer1 min de leitura
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Reprodução/JornalTribunaDoPovo
Reprodução/JornalTribunaDoPovo

Na manhã desta segunda-feira (15), a Polícia Federal compareceu a prefeitura de Ilhabela para verificar as atividades de uma empresa contratada para fazer segurança patrimonial de prédios e locais públicos.

De acordo com a prefeitura, a própria administração municipal havia publicado uma nota relacionando a contratação da empresa de segurança patrimonial com o combate ao tráfico de drogas – o que não seria a finalidade do trabalho dos vigias.

A prefeita do arquipélago, Maria das Graças Ferreira (PSD), a Gracinha, fez um pronunciamento nas redes sociais para esclarecer a presença da PF no paço municipal nesta manhã.

“A vinda da PF foi causada por conta de uma nota que nós publicamos ontem que tinha algo que não era da nossa competência: combater o tráfico de drogas no contrato dos nossos vigias, segurança armada, segurança patrimonial. Houve esse equívoco, nós corrigimos e está resolvido”, disse a prefeitura em pronunciamento.

A Polícia Federal informou que a ação “[…] trata-se de fiscalização de rotina de empresa de segurança privada”.

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