Pix impulsiona criação da moeda digital Drex
Pix é usado por 93% dos brasileiros

O sistema Pix, adotado por 93% dos adultos brasileiros, está não apenas substituindo o uso de dinheiro em espécie e cartões, como também servindo de base para a implantação da moeda digital Drex, em desenvolvimento pelo Banco Central.
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Desde seu lançamento em novembro de 2020, o Pix revolucionou o sistema financeiro nacional com transferências gratuitas para pessoas físicas, operação 24 horas por dia e liquidação em cerca de três segundos. Esse desempenho consolidou o Brasil como referência mundial em pagamentos instantâneos públicos.
A próxima etapa dessa evolução é o Drex – sigla para “Digital Real X” –, moeda digital do Banco Central que está em fase de testes desde março de 2023. O piloto reúne cerca de 70 instituições financeiras e tem como foco a criação de um ecossistema de ativos tokenizados e contratos inteligentes, promovendo uma nova era de serviços financeiros digitais.
Ainda que a expectativa inicial fosse lançar o Drex ao público em 2024, o BC optou por estender a fase de testes até o segundo semestre de 2025, diante da complexidade dos desafios técnicos e regulatórios. Entre os principais pontos em análise estão a proteção da privacidade dos usuários, segurança criptográfica e interoperabilidade com o sistema financeiro tradicional.
Ao integrar o sucesso do Pix com a tecnologia do Drex, o Brasil se posiciona na vanguarda da inovação monetária. O êxito do projeto dependerá do equilíbrio entre avanço tecnológico e garantias institucionais, com potencial de se tornar referência internacional em moeda digital pública.
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