Planejamento financeiro familiar para 2014

Estamos no início do ano de 2014 e já temos notícias de aumento da inadimplência (não pagamento, até a data de vencimento, de um compromisso financeiro, devido à perda do controle financeiro). Teoricamente, todas as famílias deveriam ter seu orçamento equilibrado, cujas despesas são iguais ao rendimento familiar. Em outras palavras, as famílias, em geral, […]

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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Estamos no início do ano de 2014 e já temos notícias de aumento da inadimplência (não pagamento, até a data de vencimento, de um compromisso financeiro, devido à perda do controle financeiro). Teoricamente, todas as famílias deveriam ter seu orçamento equilibrado, cujas despesas são iguais ao rendimento familiar. Em outras palavras, as famílias, em geral, só devem gastar aquilo que tem.

Entretanto, não é isso o que acontece na realidade. O problema da economia doméstica está voltado para o consumo das famílias, uma vez que os desejos e as necessidades pessoais são ilimitados, mas os recursos (renda, salários) limitados. Portanto, sempre queremos gastar mais do que podemos e com isso acabamos nos endividando e pagando juros absurdos.

Neste sentido, é pertinente salientar que a palavra CONSUMO refere-se a uma atividade em que as pessoas adquirem produtos que são necessários para a sobrevivência. Já a palavra CONSUMISMO indica uma atividade em que as pessoas gastam tudo o que tem em produtos supérfluos induzidas por propagandas na TV ou por ser um produto de marca.

Para evitar esse constrangimento, um planejamento financeiro familiar bem elaborado se faz necessário, colocando no papel (planilha) mensalmente todo seu recebimento líquido e pagamentos. Entenda seu padrão de renda, veja quanto você realmente ganha líquido por mês e quais são seus gastos necessários para sobrevivência, com isso você vai saber se sobra ou falta dinheiro a cada mês.

Analise para onde vai o seu dinheiro, reflita sobre a qualidade dos seus gastos e reveja hábitos, faça um plano de ação e siga-o à risca. Na prática, devemos sempre considerar que trabalhamos um mês inteiro para receber um salário e por isso devemos gastá-lo com planejamento, à vista e deixar o crédito para eventualidades.

Devemos ser objetivos e bons financistas, sem procurar justificativas na necessidade e no merecimento próprio para gastar além do que temos. Poupe e monte uma reserva de emergência, estabeleça sua estratégia de investimentos, compre sempre que possível à vista e tenha sonhos, objetivos. Com essas dicas, as famílias poderão ter um ano com muita paz e tranquilidade financeira, uma vez que é possível equilibrar o orçamento e ter maior autoestima e qualidade de vida.

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