Poema: Terra austral de meus sonhos

Confira mais um texto participante do Meon Jovem

Escrito por: Pedro Tolentino Rezende1 min de leitura
fundo_placeholder-023136

Fruto de um sonho,

Filha de um devaneio,

A cada dia que vem,

A cada hora que vai,

Enche-me o peito de receio.

Quando ei de vê-la?

Quando

Nem que por mais uma vez,

Numa singela e nobre despedida,

Serei agraciado com o frescor de sua brisa,

Que acaricia os campos e os picos das serras.

Não há céu como o teu,

Nem ternura como a tua,

Resplandecem como cristais,

Em teus tão serenos riachos,

Os cintilantes traços da lua.

Me afaga a memória,

Com tão rica história,

Não me deixes jamais,

Tão doce e linda terra,

Terra de Minas Gerais.

Filha de Lisboa,

Madrinha do Catete,

Mãe de Brasília,

Não existe como a sua,

Tão requintada sinfonia.

Deu asas ao mundo com Dumont,

Perfeição à rocha com Aleijadinho,

Traço às ideias com Niemeyer,

Orgulho nos campos com Pelé,

E vida a um sonho com Kubistchek.

Inexiste dentre teus filhos,

A incapacidade de sonhar,

Amar, construir e criar.

É orgulho de todo Mineiro,

Poder brandir e bradar,

Seu inestimável apreço

Pela bandeira rubra triangular.

Com supervisão de Isabela Sardinha, jornalista do Meon Jovem.

Pedro Tolentino Rezende
Pedro Tolentino Rezende

3º ano do ensino médio - EEEMI Prof. Maria Dolores Veríssimo Madureira - SJC

Tags:Meon JovemPublicado em:

Posts Relacionados