Palmeirenses são alvos de operação da Polícia Civil, em São José

Torcedores teriam atacado ônibus de cruzeirenses

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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A Polícia Civil divulgou, na manhã desta sexta-feira (1º), que está fazendo uma operação de buscas em São José dos Campos para tentar localizar integrantes de uma torcida organizada do Palmeiras que estão envolvidos no ataque ao ônibus de torcedores do Cruzeiro.

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Os torcedores do Palmeiras são acusados de realizar uma emboscada que deixou um cruzeirense da Máfia Azul morto e outros 17 torcedores do Cruzeiro feridos no último domingo (27) em Mairiporã, na Grande São Paulo.

Ao todo, a operação cumpre seis mandados de prisão expedidos pela Justiça e dez mandados de busca e apreensão.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, dez endereços são alvos dos investigadores em São José dos Campos, Taboão da Serra e na capital do estado. Entre eles, está a sede da torcida organizada Mancha Alviverde, na zona oeste de São Paulo.

Estão atuando na operação policiais do Departamento de Operações Estratégicas (Dope), o Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra), o Grupo Especial de Reação (GER) e Antissequestro, além de integrantes do Ministério Público de SP que acompanham as buscas.

Ainda segundo a SSP, “o objetivo é prender os alvos envolvidos no crime e coletar o maior número de provas que possam auxiliar na continuidade das investigações”.

Ainda não há informações sobre prisões ou mais detalhes sobre as buscas em São José. A SSP apenas informou que nos endereços dos procurados, os policiais tentam localizar três veículos identificados na cena do crime, além de celulares, computadores, roupas e armas usadas no ataque ao ônibus.

Todas as apreensões serão apresentadas na Delegacia de Polícia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade), na capital.

A Justiça de São Paulo decretou na quarta-feira (30) as prisões temporárias de “Fezinho” e de mais cinco palmeirenses. Eles foram identificados em vídeos que constam no relatório policial e da Promotoria. Também foram ouvidos depoimentos de testemunhas e sobreviventes.

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