Ponte da USP, em Lorena, é entregue após cinco anos de espera
Cinco anos após ter sido destruída, em 2009, por consequência de uma forte de chuva, a ponte da USP (Universidade de São Paulo), localizada sob o Ribeirão dos Macacos, no bairro do Campinho, em Lorena, recebeu um nome e finalmente teve o trânsito liberado no local, na manhã da última quinta-feira. A previsão é de que na próxima sexta-feira aconteça a cerimônia oficial de inauguração, com a presença do reitor da Universidade de São Paulo.


Depois de uma longa espera, o acesso é reaberto
Lucas Barbosa/Jornal Atos
Cinco anos após ter sido destruída, em 2009, por consequência de uma forte de chuva, a ponte da USP (Universidade de São Paulo), localizada sob o Ribeirão dos Macacos, no bairro do Campinho, em Lorena, finalmente teve o trânsito liberado no local, na manhã da última quinta-feira. A previsão é de que na próxima sexta-feira aconteça a cerimônia oficial de inauguração, com a presença do reitor da Universidade de São Paulo.
A ponte chegou a ser notícia nacional em abril de 2014, após matéria exibida pelo programa “CQC” da TV Bandeirantes.
A construção, de R$1.298.000, foi realizada através de um termo de cooperação entre a prefeitura e a universidade, e entregue no prazo 120 dias. No convênio ficou firmado que a prefeitura seria responsável pela execução da obra, e a USP pelo financiamento e acompanhamento técnico dos trabalhos de construção.
Nomeada Onofre Moreira Brandão – Tofinho Barbeiro, a obra é uma homenagem ao barbeiro da tradicional Barbearia Central, falecido em 2008. A indicação do nome foi feita pelo vereador Pedro da Vila Brito (PTB).
“Hoje é um dia muito bonito aqui em Lorena, e a denominação da ponte foi um ato muito importante, homenageando um cidadão lorenense”, comentou o diretor da Escola de Engenharia de Lorena, professor Antonio Carlos de Aguirra Massola,
Segundo a assessora de imprensa da universidade, Simone Colombo, cerca de duas mil pessoas acessam o campus da USP diariamente, entre alunos, funcionários e professores. “Sem a ponte, as pessoas eram obrigadas a vir para a USP de carro através da BR 459, uma rodovia federal sem acostamento e sem espaço para pedestres e ciclistas”. Pela internet, alunos e funcionários comentaram a entrega da ponte. “Nossa, depois de ter que ficar dando a volta durante cinco anos para ir para a faculdade, finalmente eles construíram essa ponte”, escreveu o ex-aluno Thiago Rodrigues Guimarães.
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