Porto de Paranaguá continua com acessos bloqueados e operações comprometidas
As rodovias que dão acesso ao Porto de Paranaguá continuam bloqueadas por caminhoneiros que protestam contra impostos e os preços do óleo diesel. A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) informou ao Broadcast Agro (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) que as operações de granéis estão em queda desde a…

As rodovias que dão acesso ao Porto de Paranaguá continuam bloqueadas por caminhoneiros que protestam contra impostos e os preços do óleo diesel. A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) informou ao Broadcast Agro (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) que as operações de granéis estão em queda desde a segunda-feira, 21, quando a manifestação teve início, e dados atualizados sobre o impacto devem ser divulgados ainda na manhã desta sexta.
Até a quinta-feira, 24, o movimento diário recuava 27%, de 150 mil toneladas para 110 mil toneladas.
Com quatro dias de paralisação, os estoques de grãos para exportação nos armazéns estavam em 51% da capacidade total do porto. Com isso, foi registrada redução nas exportações de granéis de 15 mil toneladas por dia, passando de 85 mil para 60 mil toneladas diárias, indica o levantamento mais recente da Appa.
Já a importação de fertilizantes foi interrompida ontem em berços de atracação em que o transporte da carga é feito por caminhões. Apenas os berços que operavam com esteiras continuavam funcionando.
Desta forma, a movimentação de desembarque de fertilizantes diminuía de 25 mil toneladas ao dia para 10 mil toneladas. A movimentação de granéis líquidos, no entanto, mantinha sua média diária de 40 mil toneladas.
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