Potências mundiais atacam ONGs e pedem intervenção militar

Eua e Israel sugerem corrupção e ineficácia dos agentes do Médicos sem Fronteiras e Cruz Vermelha

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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Durante a segunda sessão do comitê ACNUR, referente aos refugiados do conflito Iêmen, os delegados das potências mundiais Israel e Estados Unidos fizeram duras críticas aos movimentos que mobilizam pontos de apoio aos impactados pela guerra civil no Iêmen, afirmando ineficácia e corrupção dos agentes.

O Movimento dos Médicos Sem Fronteiras rebateu os ataques reiterando a importância e eficiência da ONG no Oriente Médio, sendo forte auxiliadora de todos os conflitos da região.

Em defesa do movimento do Médico Sem Fronteiras, a delegada do Sudão, demonstrou forte oposição às nações hegemônicas, afirmando que essas não estão interessadas em ajudar as pessoas e sim em adquirir lucros, o jornal Al Jazeera parabeniza a posição da representante.

No restante do andamento do debate essas potências já citadas demonstraram interesse em uma intervenção militar no Iêmen, buscando a aniquilação dos rebeldes Houthis que são vistos como a principal causa do conflito por Israel sendo esse fortemente a favor de promover um novo genocídio no Oriente Médio, assim como o que está em progressão na Palestina.

Além do posicionamento extremista do estado judaíco, os Estados Unidos defenderam a morte aos jovens e crianças inseridos no contexto Houthi, afirmando “alienação” dessa população, utilizando essa argumentação como justificativa para aniquilar qualquer iemenita o qual a nação julgar uma ameaça ao oriente.

O ponto que o jornal recomenda ao público questionar é: As questões diplomáticas foram esquecidas por essas nações? Elas não se cansam de buscar a hegemonia local? Por que sugerir uma intervenção militar ao invés de buscar uma resolução diplomática como é o caso de Brasil e Rússia?

EXPEDIENTE: Heitor Evangelista Corrêa | Audiovisual: Anna Sophia

Meon Jovem
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