Problemas na Saúde preocupam moradores em Piquete
As reclamações sobre a situação da Saúde em Piquete são diversas, vão desde a falta de médicos, a demora no atendimento, até a carência de ambulância para o transporte de pacientes. A cidade foi a única, da RMVale (Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte), comandada pelo PT, que não aderiu ao programa do governo federal Mais Médicos.


Hospital de Piquete foi centro de referência no passado, e hoje é alvo de reclamações
Arquivo/Jornal Atos
As reclamações sobre a situação da Saúde em Piquete são diversas, vão desde a falta de médicos, a demora no atendimento até a carência de ambulância para o transporte de pacientes. A cidade foi a única da RMVale (Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte), comandada pelo PT, que não aderiu ao programa do governo federal Mais Médicos.
Na frente do hospital da cidade, muitas pessoas aguardavam atendimento e reclamavam da demora para serem atendidas.
De acordo com uma moradora que esperava atendimento há uma hora, e preferiu não se identificar, parece não haver médicos no município. “Já chegamos a ficar um tempo sem médico, sem ginecologista, sem pediatra”.
Uma moradora do bairro Vila Célia, que também preferiu não se identificar, alegou que na terça-feira solicitou uma ambulância para o filho de cinco anos que estava passando mal, mas recebeu a informação de que não havia veículo disponível. “Na hora que eu cheguei ao hospital, tinha uma ambulância parada na porta do hospital. Eu tive que vir a pé com ele e com a neném de colo”.
A responsável pela gestão do pronto socorro é a prefeitura da cidade e, segundo a secretaria de Saúde, Imaculada Magalhães, a atual administração está recompondo a equipe médica. “Quando recebemos o município, não havia médico nenhum. Médico zero, na urgência e emergência. Recebemos o município com problemas na estratégia de saúde da família”.
Imaculada afirmou que há ambulâncias do município disponíveis para o transporte de pacientes. “Temos ambulância para pacientes que necessitem que o busquemos em casa. Uma pessoa idosa, uma pessoa com febre, uma pessoa que necessite que o busque e o traga até a unidade. É claro, se o médico solicitar que o leve de volta, ele será levado”.
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