Acusados de matar o dentista Alexandre Gaddy são julgados
A 3ª Vara Criminal de São José dos Campos julga desde às 14h desta segunda-feira (26), os dois homens acusados de queimarem o dentista Alexandre Peçanha Gaddy, de 41 anos, em 27 de maio de 2013. O julgamento que teve início nesta tarde deve ter um segundo dia, se estendendo nesta terça-feira (27).























A 3ª Vara Criminal de São José dos Campos julga desde às 14h desta segunda-feira (26), os dois homens acusados de queimar o dentista Alexandre Peçanha Gaddy, de 41 anos, em 27 de maio de 2013. O julgamento que teve início nesta tarde deve se estender nesta terça-feira (27). A juíza Naira Assis Barbosa convocou 21 pessoas para depoimentos, sendo oito de acusação e oito de defesa, além de outras cinco pessoas intimadas.
Um ano após a morte do dentista, a família aguarda que os acusados sejam condenados pela forma brutal como Alexandre foi morto. “Esperamos que a morte do Alexandre não fique no esquecimento e que a Justiça seja feita. Não vemos a hora dessa situação se resolver, pois todos da família estão sofrendo”, disse o pai de Alexandre, Lance Gaddy.
Já uma das mães dos acusados afirma que o filho é inocente e não teve participação no caso. “Meu filho é inocente, ele não teve participação nesse crime como estão comentando. No dia ele estava em uma lan house e dormiu em casa”, afirma Rosa Conceição Sivieiro Bernardo.
Os envolvidos respondem por latrocínio (roubo seguido de morte) e formação de quadrilha. Os três adolescentes também acusados de envolvimento com o crime já foram julgados e absolvidos por falta de provas, mas o TJ (Tribunal de Justiça) recorreu da decisão. O Ministério Público defende a família no caso que corre em segredo de justiça.
Segundo investigações da Polícia Civil, os dois homens entraram encapuzados no consultório de Gaddy, que fica no bairro Vila Tatetuba em São José dos Campos, e anunciaram o assalto. Como não encontraram dinheiro, ameaçaram o dentista jogando álcool.
Uma das irmãs do dentista, Christianne Peçanha Gaddy, afirma que nada foi roubado do consultório. “Fomos até o consultório e apenas sentimos falta de uma máquina fotográfica e nada mais foi roubado”, comenta a irmã.
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