Câmara de Taubaté dobra o valor da multa para quem jogar lixo em terrenos

Os vereadores de Taubaté aprovaram nesta quarta-feira (18), o projeto de lei que propõe apreensão de veículos flagrados lançando lixo em terrenos baldios ou nas ruas, aumentando a multa de R$ 722 para R$ 1.444 para quem cometer infrações dessa natureza.

Escrito por: Rodrigo Ribeiro2 min de leitura
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Câmara de Taubaté dobra o valor da multa para quem jogar lixo em terrenos

J. Mesquita

Os vereadores de Taubaté aprovaram nesta quarta-feira (18), o projeto de lei que propõe apreensão de veículos flagrados lançando lixo em terrenos baldios ou nas ruas, aumentando a multa de R$ 722 para R$ 1.444 para quem cometer infrações dessa natureza.

O projeto é do vereador Paulo Miranda (PP) e também determina que a Secretaria de Serviços Urbanos disponibilize um disque-denúncia e coloque nos terrenos baldios que pertencem ao município aviso proibindo o lixo.

Para o vereador, a alteração é uma forma de estabelecer tolerância zero para quem joga lixo em terrenos e nas ruas. “Esta lei é para apreender carroça, bicicleta, caminhão e carro (de quem joga lixo), penalizar e aplicar multa. Isso vai melhorar muito, vai ser uma cidade mais limpa”, acredita Paulo Miranda.

Já o vereador Joffre Neto (PSB), sugeriu ao prefeito que, nas placas, seja colocado o valor da multa. “Temos, a partir do governo passado, um evidente declínio do grau de civilidade praticada na cidade. Temos que fazer um esforço imenso para restituir um patamar de civilidade nos moldes e costumes da população. Eventualmente, vai ser preciso punição”, diz.

A vereadora Vera Saba (PT), votou contra e avaliou que é preciso punir apenas o responsável. “A intenção deveria ser punir quem está mandando depositar o lixo, o agente causador. Vejo que há necessidade de atentarmos a esta questão”, diz.

Agora, o projeto segue para o Executivo para sanção do prefeito Ortiz Júnior (PSDB). “Tenho absoluta certeza de que o prefeito vai sancioná-lo”, afirma o vereador Nunes Coelho (PRB). Já Rodrigo Luis Silva, o Digão (PSDB), afirma que “a prefeitura não vai poder alegar que não tem ferramentas necessárias para fazer a fiscalização”, disse.

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