RMVale tem 673 escolas contempladas em programa de educação integral
O Governo Federal incluiu 673 escolas de ensino fundamental (1º a 9º anos) da Região Metropolitanas do Vale do Paraíba e Litoral Norte no Programa Mais Educação. Com isso, nos próximos meses, cada uma das unidades irá receber repasses de R$ 3 mil a R$ 9 mil por semestre para investir em atividades culturais, esportivas e pedagógicas.


Programa Mais Educação seleciona 673 escolas da RMVale
Flávio Pereira/Meon
O Governo Federal incluiu 673 escolas de ensino fundamental (1º a 9º anos) da Região Metropolitanas do Vale do Paraíba e Litoral Norte no Programa Mais Educação. Com isso, nos próximos meses, cada uma das unidades irá receber repasses de R$ 3 mil a R$ 9 mil por semestre para investir em atividades culturais, esportivas e pedagógicas.
As 39 cidades da região foram contempladas pelo programa do MEC (Ministério da Educação). No final do último semestre as escolas foram selecionadas e convidadas a participar. Para isso, cada unidade teve que inscrever seu projeto, informando exatamente quais atividades extras para a educação integral pretendia desenvolver.
As cidades com maior número de escolas inscritas foram São José dos Campos, com 113 unidades, Pindamonhangaba (67), Jacareí (54) e Taubaté (53). Areias, Canas, Lagoinha, Jambeiro e Redenção da Serra emplacaram 2 escolas cada. As demais cidades tiveram de 3 a 37 unidades inscritas.
A Escola Municipal Guilherme Henrique de Oliveira, que atende toda a região urbana de Arapeí, foi uma das contempladas. Com 608 alunos, a unidade exerce uma função muito além da educacional, é também o único centro social e cultural da cidade.
“Esse dinheiro pode não ser tão relevante para uma cidade grande, mas para nós fará uma diferença imensa porque poderemos oferecer atividades que ninguém mais na cidade oferece, como teatro, dança, música, entre outras, e isso atenderá toda a população”, explica Marcos Antônio Mariano de Oliveira, diretor da escola.
Dinheiro direto na escola
A principal vantagem do Mais Educação no ponto de vista das escolas é que o dinheiro do governo federal vai direto para a conta da APM (Associação de Pais e Mestres) para ser administrado pela própria unidade, como prevê o PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola), do MEC, de onde sai a verba.
A diretoria pode usar a verba para comprar materiais e pagar profissionais para aplicar novas oficinas, ampliando a quantidade de atividades oferecidas no tempo integral para as crianças atendidas.
Segundo o ministério, as escolas que ingressam no programa oferecem, no mínimo, sete horas diárias de atividades, que compreendem aula das disciplinas do currículo, orientação de leitura e estudo, acompanhamento pedagógico e atividades orientadas nos campos da cultura e dos esportes.
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