Por João Pedro Teles Em RMVale

Aposentado de 67 anos é suspeito por morte de advogada em Pinda

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A advogada Nilza Maria Hinz, assassinada na última sexta-feira (11)

Reprodução/Facebook

Foi preso na noite desta segunda-feira (14), um aposentado de 67 anos suspeito de matar a advogada Nilza Maria Hinz, 62 anos, de Pindamonhangaba. Segundo a Polícia Civil, ele teria assumido a autoria dos disparos após ser confrontado em depoimento.

De acordo com delegado titular do 1º Distrito Policial de Pindamonhangaba, Vicente Lagioto, a motivação seria a venda de uma casa, avaliada em R$ 200 mil, para o pagamento de uma dívida do filho do suspeito.

Lagioto afirma que o aposentado, que não teve o nome revelado, estava transtornado pois o imóvel não pode ser vendido por causa de uma ação movida por Nilza contra a ex-mulher do suspeito.

“O filho do suspeito estava com sérios problemas financeiros e a venda da casa era a única alternativa para conseguir sanar as dívidas. Antes dos disparos, o aposentado esteve no escritório onde a vítima trabalhava”, afirma.

O crime aconteceu na noite da última sexta-feira (11). A advogada foi morta com um tiro na cabeça e outro no braço enquanto estava dentro de seu carro, em frente ao escritório onde trabalhava, no bairro Alto do Cardoso.

Imagens
A polícia utilizou imagens do circuito interno de câmeras do escritório para chegar até o suspeito. Apesar das gravações comprovarem que o aposentado esteve no local horas antes do crime, a princípio o suspeito negou que tenha procurado a advogada.

“Quando o interrogamos em sua casa, o discurso era de que ele havia ido. Depois, na delegacia, ele negou. Mas, confrontado com as imagens, o suspeito acabou assumindo que realmente foi o autor do crime. Também descobrimos que o carro utilizado na ação está no nome dele”, diz o delegado.

O aposentado teve prisão preventiva decretada por 30 dias na cadeia de Caçapava. O suspeito vai se indiciado por homicídio doloso, quando há intenção de matar, e pode pegar até 20 anos de prisão.

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