Por João Pedro Teles Em RMVale

Pronto-socorro é líder de reclamações na saúde de Taubaté

O Pronto-Socorro municipal vem sendo o campeão nas reclamações de atendimento entre as unidades de saúde de Taubaté. Lotação, demora para o atendimento e falta de remédios são os principais problemas apontados pelos usuários do pronto atendimento.

Lotação, demora para o atendimento e falta de remédios são principais problemas

A promessa do prefeito Ortiz Junior (PSDB) era de que o posto contasse com dez médicos durante os horários de atendimento. Entretanto, de acordo com o vereador Rodrigo Silva, o Digão (PSDB), que é membro da comissão permanente de saúde da Câmara, nem sempre é isso que acontece.

“Se espera que, no mínimo, 80% desses médicos estejam em pleno atendimento, mas em algumas visitas não foi isso o que checamos. Para ser justo, em outras visitas vimos que esse número foi alcançado. Mas essa oscilação não pode existir, pois os pacientes acabam sendo prejudicados”, afirma.

Além de não contar sempre com o time completo de médicos, a falta de remédios é outro problema relatado na saúde de Taubaté quando o assunto é atendimento à população. A prefeitura reconhece o problema, mas afirma que a questão é pontual.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a prefeitura afirmou que a situação dos medicamentos está normalizada. "Casos pontuais podem ocorrer e, nesse caso, o paciente deve entrar em 
contato com a ouvidoria da saúde para solução do problema", afirma.

Saúde da Família
Tanto para melhorar o atendimento quanto para diminuir a fila na rede municipal de saúde, uma das alternativas é o ESF (Estratégia de Saúde da Família). De acordo com a prefeitura, o programa conta com 15 equipes e vai receber o reforço de mais dez até o final do ano.

O programa prioriza a saúde preventiva e o cuidado integral diretamente na residência dos pacientes. De acordo com o parlamentar, a medida pode ajudar a diminuir a lotação nos pronto atendimentos.

“A expectativa é que, cuidando melhor das causas, as pessoas não precisem consultar um médico com tanta frequência, o que pode diminuir o movimento e as filas. Vamos cobrar o executivo para saber se vamos alcançar esse número de dez equipes até o fim do ano”, diz Digão.

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Por João Pedro Teles, em RMVale

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