Por Julia Lopes Em RMVale Atualizada em 02 MAI 2021 - 12H29

Vídeo: filha de Carol Bittencourt fala como tem superado a morte da mãe depois de dois anos

A modelo morreu aos 37 anos após cair de uma embarcação durante tempestade no Litoral Norte de SP

Na última quarta-feira, 28 de abril, a morte da modelo e apresentadora, de 37 anos, Caroline Bittencourt completou dois anos. A modelo caiu de uma embarcação durante um vendaval quando atravessava de Ilhabela para São Sebastião com o marido, o empresário Jorge Sestini

O empresário, chegou a ser indiciado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) por ter agido de forma imprudente ao atravessar o canal entre São Sebastião e Ilhabela com condições impróprias para navegação, devido ao mau tempo.

Relatos da filha Isabelle


A filha da modelo Carol Bittencourt, Isabelle Bittencourt, de 19 anos, postou um vídeo em suas redes sociais explicando aos seus seguidores como ela conseguiu superar a morte da mãe e seguir em frente, depois de dois anos de sua partida.

A jovem modelo falou que a morte da mãe foi muito rápida e por isso foi muito difícil digerir. Mas no primeiro momento, Isabelle contou que teve que abraçar as dores de todos os seus familiares por conta da perda e com isso, ela fez o papel de “quem cuida e não de quem é cuidada” e naquele momento, ela disse que precisava ser cuidada.

Na segunda fase da dor, a modelo contou que foi de rebeldia, se tornando “uma típica adolescente rebelde”, deixando de acreditar em tudo e que a primeira coisa que questionou e parou de acreditar foi em Deus. “Porque para mim não era possível, Deus ter deixado aquilo acontecer com a minha mãe muito menos comigo. Isso para mim era uma forma de me castigar e castigar a minha mãe. Então eu achava aquilo muito injusto”.

A jovem passou a se questionar porque ela precisava ir para escola, trabalhar, ter relações com familiares e amigos depois da morte da mãe. “Para mim a vida não fazia mais sentido”.

O momento em que  Isabelle percebeu que precisava se cuidar foi quando seu pai falou que ela precisava ter fé e acreditar em uma força maior. Com isso, a jovem foi atrás de psicólogos, psiquiatras e ajuda espiritual para cuidar da sua saúde mental e emocional. “Nesse momento eu passei a entender que a minha mãe não tinha ido embora, que minha mãe só estava em outro plano e que era um plano onde as pessoas evoluídas estavam”.

A partir disso, a jovem se aprofundou na espiritualidade e por conta disso ficou mais leve. “Quando eu me lembro da minha mãe, eu me lembro de uma pessoa feliz e de uma pessoa que tinha muita luz”.

E acrescenta; “A gente nunca vai superar, eu acho que essa dor ela vai se amenizando e se tornando uma coisa presente no nosso dia a dia. Então eu acho que  transformei minha dor em saudade. Então diariamente eu tento me lembrar dela, mas de uma forma boa e feliz”, concluiu Isabelle Bittencourt.


Reprodução Redes Sociais
Reprodução Redes Sociais
Mãe e filha seguiram a mesma profissão como modelo

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