Rock World é incluída na lista suja por trabalho escravo no Rock in Rio
Empresa foi incluída pelo Ministério do Trabalho

A Rock World, responsável por grandes festivais como Rock in Rio e The Town, foi incluída pelo Ministério do Trabalho na chamada “lista suja” — cadastro de empregadores flagrados usando trabalho análogo ao escravo.
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A inclusão acontece após operação em dezembro de 2024, quando auditores fiscais e procuradores do Ministério Público do Trabalho resgataram 14 pessoas submetidas a condições degradantes durante o festival.
A empresa já havia usado o direito de defesa contra os autos de infração, mas acabou mantida na lista por dois anos, período que pode ser reduzido se firmar acordos e cumprir critérios estabelecidos.
Mesmo sem sanções financeiras diretas, a “lista suja” é usada por bancos e empresas para evitar riscos comerciais. A ONU reconhece o cadastro como exemplo mundial no combate ao trabalho escravo.
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Em nota ao UOL, a Rock World afirmou que “repudia as acusações de trabalho análogo à escravidão e qualquer forma de trabalho que desrespeite a dignidade do trabalhador e a legislação vigente”
“A empresa ressalta que não existe até o presente momento qualquer fato desabonador de sua conduta que tenha sido comprovado após ser submetido ao devido processo legal. A Rock World reforça que as supostas irregularidades trabalhistas não foram praticadas pela empresa e que a própria fiscalização do Ministério Público do Trabalho identificou que teria sido realizada pela empresa terceirizada FBC Backstage Eventos Ltda”, afirma.
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