Santa Branca ganha primeiro apiário experimental do Vale do Paraíba

Centro de pesquisa vai beneficiar cerca de 80 apicultores da região

Escrito por: Do Meon2 min de leitura
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20150722_apicultura_(Divulgação/Fibria)

Centro de pesquisa vai beneficiar cerca de 80 apicultores da região

Divulgação/Fibria

O primeiro apiário experimental da RMVale (Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte) foi inaugurado, nesta quarta-feira (22), em Santa Branca. Em breve, também devem começar a operar os apiários de Paraibuna e Redenção da Serra. O centro de pesquisa é resultado da parceria entre duas empresas privadas: a Fibria, empresa produtora de celulose de eucalipto, e a Syngenta, que desenvolve soluções integradas para o agronegócio.

De acordo com a Fibria, o local irá funcionar como centro de pesquisa e irá beneficiar cerca de 80 apicultores da região. O objetivo é desenvolver novas técnicas que permitam melhorias nutricionais e genéticas, com avanços no monitoramento das abelhas e na produtividade do mel.

Além de disseminar conhecimentos, técnicas e práticas que fortalecerão a cadeia produtiva da apicultura regional, os apiários experimentais também funcionarão como um centro de pesquisa, no qual será possível realizar estudos para o melhoramento das abelhas, incluindo desde a seleção até a multiplicação da espécie.

A ideia é compreender a abelha na sua totalidade e descobrir quais são as suas potencialidades. Todo o conhecimento adquirido por meio do desenvolvimento dessas pesquisas será disseminado entre os associados do Programa Colmeias.

“O objetivo é desenvolver novas técnicas que permitam melhorias nutricionais e genéticas, com avanços no monitoramento das abelhas e na produtividade do mel”, afirma Flavia Tayama, coordenadora de Sustentabilidade da Fibria.

Programa Colmeias
O Programa Colmeias tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da cadeia apícola, implantando novas tecnologias em conjunto com os apicultores, produtores rurais, assentados da agricultura familiar, por meio do uso múltiplo da floresta, organizando de forma sustentável a cadeia produtiva do mel e proporcionando a melhoria na geração de renda e qualidade de vida das comunidades.

Atua em três eixos: organização e gestão das associações, produção e comercialização do mel.

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