São Clemente fala das favelas e dos excluídos
O carnavalesco Max Lopes traz duas fases da favela já na comissão de frente. Na primeira fase, os excluídos, pobres e retirantes. Na segunda, a fase atual, com as periguetes, vendedores ambulantes, motoqueiros e funkeiros. “O abre alas, que mostra a Guerra de Canudos é todo artesanal”. O segundo carro retrata a primeira favela carioca: o…


Escola de samba São Clemente desfila no Grupo Especial do Carnaval do Rio
Marcelo Cortes/Fotoarena/Estadão Conteúdo
O carnavalesco Max Lopes traz duas fases da favela já na comissão de frente. Na primeira fase, os excluídos, pobres e retirantes. Na segunda, a fase atual, com as periguetes, vendedores ambulantes, motoqueiros e funkeiros.
“O abre alas, que mostra a Guerra de Canudos é todo artesanal”. O segundo carro retrata a primeira favela carioca: o Morro da Providência, formada pelos soldados que lutaram em Canudos.
Este ano, a São Clemente fala sobre favelas. Grande parte dos integrantes vem dos morros Dona Marta e Vidigal, na zona sul.
Com apenas 15 anos a rainha de bateria da São Clemente, Raphaela Gomes, estreia no posto, vestida de funkeira e comandando o baile funk da escola de Botafogo, zona sul do Rio. “Estou nervosa, mas amo a escola e estou preparada. A bateria vai dar um show de funk e eu vou dançar com os ritmistas”.
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