São José: FCCR inicia obra da Estação Martins Guimarães nesta segunda (20)

Obra custará R$ 209 mil e deve ficar pronta em 90, segundo a fundação

Escrito por: Do Meon2 min de leitura
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20160426_estação ferroviária martins guimarães_são josé dos campos_(Divulgação/PSDB)

Obra custará R$ 209 mil e deve ficar pronta em 90 dias, segundo a fundação

Divulgação/FCCR

A obra de revitalização da estação Martins Guimarães, na região leste de São José dos Campos, será iniciada nesta segunda-feira (20). Neste domingo (19), a prefeitura, por meio da FCCR (Fundação Cultural Cassiano Ricardo), assinou o contrato da obra.

A vencedora da licitação foi a empresa Moraes Correia Ltda e a revitalização custará R$ 209.174,05. De acordo com a FCCR, a previsão é de que a obra seja concluída em até 90 dias.

Serão reformadas as paredes, a cobertura, portas e janelas para que o espaço ganhe, posteriormente, novo uso.

A estação Martins Guimarães foi inaugurada em 1921 e, quatro anos depois, reconstruída em alvenaria. Seu nome homenageia o engenheiro José Francisco Martins Guimarães Filho, chefe de tráfego em 1892 e, posteriormente, chefe de linha e diretor. O local foi desativado em 1951 e desde 1996 é preservada como patrimônio histórico de São José.

Estações Joseenses
Além da Martins Guimarães, a Estação Central de Trem de São José e a de Eugênio de Melo também estão sendo revitalizadas. Na Central, a obra está sendo executada pela empresa MRS Logística, administradora do prédio, com previsão de ficar pronta em nove meses.

Na estação Eugênio de Melo, a parte externa vem sendo revitalizada a fim de retomar a fachada original, além da reestruturação da ambientação interna do prédio em três salas.

Após o fim das obras, o local será utilizado como um equipamento multicultural em parceria com a Casa de Cultura Rancho do Tropeiro Ernesto Villela, que fica na rua Ambrósio Molina, 184, em Eugênio de Melo, com o objetivo de receber exposições e apresentações das variadas manifestações artísticas.

Todas essas estações são preservadas por lei por meio do Comphac (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultural de São José dos Campos).

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