Scheidt vai mal e Bruno Fontes tem chance de medalha em último dia do Mundial
Depois de um dia sem regatas, por falta de vento, os velejadores brasileiros voltaram à disputa no Mundial da classe Laser, no Canadá. Robert Scheidt voltou a oscilar nesta terça-feira e não tem mais de brigar por medalha. Já Bruno Fontes segue surpreendendo e pode representar o Brasil no pódio no último dia da competição, nesta quarta….

Depois de um dia sem regatas, por falta de vento, os velejadores brasileiros voltaram à disputa no Mundial da classe Laser, no Canadá. Robert Scheidt voltou a oscilar nesta terça-feira e não tem mais de brigar por medalha. Já Bruno Fontes segue surpreendendo e pode representar o Brasil no pódio no último dia da competição, nesta quarta.
Fontes chegou a obter um terceiro lugar nesta terça em uma das três regatas disputadas. Foi ainda 23º e 35º, resultado que deve ser um dos descartados na soma final. Ao fim das provas desta terça, o brasileiro figura na sétima colocação geral, com 68 pontos perdidos. Se for mais regular nas três provas que faltam, Fontes tem chances de alcançar o alemão Phillipp Buhl, terceiro colocado, com 52 pontos perdidos.
Scheidt, por sua vez, ocupa somente a 22ª posição geral, com 99 pontos perdidos. Nesta terça, ele chegou a ser oitavo colocado na primeira regata do dia. Depois foi o 19º e o 13º nas provas seguintes, disputadas no Lago de Ontário, em Kingston. Com estes resultados, Scheidt, que vem de uma cirurgia no joelho, pôs fim ao sonho de buscar o 11º título mundial na Laser.
Na classificação geral, a liderança pertence ao britânico Nick Thompson, com 27 pontos perdidos. Em segundo lugar, desponta o australiano Tom Burton, com 47. O Mundial será finalizado nesta quarta, caso haja ventos. As regatas foram canceladas na segunda e no sábado por falta de condições favoráveis.
Posts Relacionados

Europa concentra maior número de casos de violência contra brasileiras no exterior

Discurso de Lula na Avibras, em Jacareí, provoca crise diplomática com o Paraguai

Novo tarifaço de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor
