Seleção de vôlei exalta campanha e foca tri olímpico
A seleção brasileira feminina de vôlei desembarcou nesta terça-feira no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, depois de ter conquistado no último domingo o terceiro lugar do Mundial disputado na Itália. Apesar da decepção pela derrota sofrida diante dos Estados Unidos nas semifinais, o técnico José Roberto Guimarães e as suas…

A seleção brasileira feminina de vôlei desembarcou nesta terça-feira no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, depois de ter conquistado no último domingo o terceiro lugar do Mundial disputado na Itália. Apesar da decepção pela derrota sofrida diante dos Estados Unidos nas semifinais, o técnico José Roberto Guimarães e as suas comandadas valorizaram a boa campanha realizada na competição, na qual o Brasil só perdeu justamente este jogo que custou a perda da vaga na decisão. Para o treinador, o revés também serviu como aprendizado na busca pelo tricampeonato olímpico nos Jogos do Rio, em 2016.
“Tivemos a oportunidade de jogar com as melhores equipes do mundo e perdemos apenas uma partida. Isso é um bom sinal. O que eu lamento é que nós perdemos menos que as duas equipes que foram para a final (Estados Unidos e China)”, ressaltou Zé Roberto, para depois destacar que a seleção norte-americana mostrou que é forte candidata ao ouro na próxima Olimpíada.
“Os Estados Unidos são uma equipe que cresceu bastante e têm um time que vem muito forte para a Olimpíada, que têm jogadoras (de qualidade) que nem foram para o Mundial. Cabe a nós nos prepararmos”, projetou o treinador.
A central e capitã Fabiana, por sua vez, disse nesta terça-feira que a conquista do bronze com a vitória sobre a Itália no último domingo precisa ser enaltecido, embora a seleção brasileira tenha ciência de que era a principal candidata a conquistar o ouro pela excelente campanha que vinha realizando. “Eu saio do Mundial orgulhosa com o bronze porque a gente sabe da nossa luta e que fizemos um campeonato incrível”, afirmou, lembrando também que decepções acumuladas nos últimos Mundiais depois foram apagadas com consagrações olímpicas. “Toda a vez que a gente perde um Mundial a gente ganha uma Olimpíada”, completou, se referindo aos ouros obtidos nos Jogos de 2008 e 2012.
A oposto Sheilla também foi outra que evitou ficar lamentando muito o fato de o Brasil não ter conquistado o Mundial pela primeira vez com a seleção feminina. Ela já está focada na conquista da Olimpíada de 2016. “Nas derrotas a gente aprende, espero que a gente aprenda com isso. Apesar de não termos conquistado o Mundial, que seria uma conquista inédita, se puder escolher fico com a Olimpíada. Um tricampeonato olímpico seria muito mais marcante”, enfatizou.
Posts Relacionados

Instituto Athlon representa São José em Mundial na Holanda

Europa concentra maior número de casos de violência contra brasileiras no exterior

Discurso de Lula na Avibras, em Jacareí, provoca crise diplomática com o Paraguai
