Servidores municipais de Cachoeira Paulista e Tremembé não aderem à greve por campanha salarial
Nesta terça e quarta-feira (respectivamente 15 e 16) o site da Federação dos Sindicatos Servidores Públicos Municipais do Estado de São Paulo anunciou a paralisação dos servidores municipais de Tremembé e Cachoeira Paulista. No entanto as prefeituras negam a adesão dos profissionais aos movimentos coordenados pela FESSPMESP em conjunto com os Sindicatos dos Servidores Municipais.

Nesta terça e quarta-feira (respectivamente 15 e 16) o site da Federação dos Sindicatos Servidores Públicos Municipais do Estado de São Paulo anunciou a paralisação dos servidores municipais de Tremembé e Cachoeira Paulista. No entanto as prefeituras negam a adesão dos profissionais aos movimentos coordenados pela FESSPMESP em conjunto com os Sindicatos dos Servidores Municipais.
Em Tremembé, o sindicato afirma que houve protesto em frente a Secretaria de Obras e que 100 funcionários dos setores de limpeza e transporte pararam para reivindicar reajuste salarial de 10% e elaboração do plano de carreira.
A manifestação terminou com a Polícia Militar encaminhando os sindicalistas para a delegacia por desacato à autoridade, depois de se negarem a retirar os carros que impediam a entrada e saída de funcionários do prédio público. Ninguém permaneceu preso.
A Prefeitura de Tremembé confirma o protesto, mas nega que houve adesão e diz que nenhum serviço foi prejudicado.
Cachoeira Paulista
Em Cachoeira Paulista, o sindicato anunciou a participação de 300 funcionários que pediam vale-refeição de R$ 200, plano de carreira, abono por desvio de função e aumento salarial.
Assim como em Tremembé, veículos dos manifestantes foram estacionados em frente a garagem da Prefeitura de Cachoeira Paulista, impedindo a passagem de ambulâncias e de carros de coleta seletiva. Além disso, alguns sindicalistas furaram pneus e agrediram um funcionário que tentava fotografar o movimento.
Por meio da assessoria de imprensa, a prefeitura informa que foi registrado boletim de ocorrência por agressão e pelo dano ao patrimônio público, além de negar a paralisação dos funcionários.
A administração também esclarece que a greve não tem amparo legal e é motivada por movimento político, além de destacar que mantém reuniões mensais com os dirigentes sindicais. O Sindicato dos Servidores Municipais de Cachoeira Paulista nega todas as acusações.
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