Sociedade

Confira mais um texto participante do Meon Jovem

Escrito por: Yu megumy2 min de leitura
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Numa sociedade onde gostar de alguém do mesmo sexo é pecado.

Numa sociedade escravocrata que ainda tenta apagar o seu passado.

Numa sociedade onde o negro ainda é visto como escravo.

Harriet, Dandara, Mary McLeod Bethune, Elaine Brown e muitas outras não morreram e lutaram, pra branquitude, mesmo depois de tantos anos ainda achar bonito fazer “piada” racista.

Mas pra você é fácil né, até porque não foi seu filho que morreu quando um policial “achou” que ele tava armado.

Pra você é fácil dizer quando a sua religião não é perseguida.

Pra você é fácil, já que a sua igreja não é atacada e muito menos incendiada.

Numa sociedade onde explicar o óbvio é muito difícil e disseminar o ódio na cabeça das crianças é o preferível.

Onde gay é nojento,

a lésbica é fetichizada

e o bi “não sabe o que quer”

sem contar as muitas outras orientações sexuais e identidades de gêneros que pela sociedade branca conservadora, são apagadas.

Numa sociedade mente fechada, onde ser autista é frescurinha.

“Oras, pare de fingir e dê lugar a quem precisa.”

É o que pessoas TEA que dependem de transporte público escutam todos os dias.

E se eu for falar de todo tipo de preconceito, não vai caber em menos de 100 linhas.

fogo nos racistas, fogo nos machistas, fogo nos lgbtfóbicos. Fogo em toda esse gente que é contra a nossa gente. Porque na nossa geração, não tem palco para preconceituosos.

Com supervisão de Isabela Sardinha, jornalista do Meon Jovem.

Yu megumy
Yu megumy

9° ano do ensino fundamental - E.E Prof Ruth Coutinho Sobreiro - SJC

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