Sucen descarta os dois casos de malária registrados em Ilhabela
Prefeitura havia divulgado que duas crianças tinham contraído a doença


Os dois casos de malária que foram confirmados neste mês de novembro, em Ilhabela, foram descartados após exame de contraprova realizado no laboratório da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), em São Paulo.
O resultado ainda não chegou oficialmente ao arquipélago, mas o Meon apurou que o secretário de Saúde, Oswaldo Julião, teria sido informado, informalmente, do resultado negativo.
A Coordenadoria de Controle de Doenças do Estado deve dar mais informações sobre esses os dois casos de falso positivo nesta quarta-feira (28). Inicialmente, as amostras sanguíneas dos pacientes foram analisadas no laboratório da Sucen em São José dos Campos e, posteriormente, enviados para a capital.
Em menos de 3 dias, Ilhabela confirma segundo caso de malária em criança
Ilhabela confirma malária em garoto de 4 anos
Um dos motivos para o segundo teste é o fato de Ilhabela não ser considerada zona endêmica para o mosquito Anopheles, vetor do parasita protozoário Plasmodium vivax, que causa a doença.
A prefeitura havia divulgado dois casos de malária –um em um garoto de 4 anos, morador no Reino, e outro em um bebê de 1 ano e 2 meses, do Perequê. Eles chegaram a ser tratados com medicamentospara malária, mas a informação é que eles foram suspensos após a contraprova.
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