Surfista no Havaí perde a prancha e a encontra dois anos depois nas Filipinas
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um homem perdeu a sua prancha de surfe no Havaí (EUA) no início de 2018, e agora, mais de dois anos depois, a reencontrou nas Filipinas, a 8.638 quilômetros quilômetros de distância. O caso aconteceu com o fotógrafo e surfista Doug Falter e foi noticiado pelo site da CNN americana. Ele contou, em publicação nas suas…

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um homem perdeu a sua prancha de surfe no Havaí (EUA) no início de 2018, e agora, mais de dois anos depois, a reencontrou nas Filipinas, a 8.638 quilômetros quilômetros de distância. O caso aconteceu com o fotógrafo e surfista Doug Falter e foi noticiado pelo site da CNN americana.
Ele contou, em publicação nas suas redes sociais no dia 17 de agosto, que ficou muito triste quando perdeu a prancha, porque tinha conseguido pegar suas maiores ondas com ela. “É por isso que significava tanto para mim”, escreveu. Na ocasião, ele revelou que chegou a procurá-la até anoitecer, mas sem sucesso.
Falter ficou mais de dois anos sem notícias da prancha até que em agosto, ele ficou sabendo que um pescador a resgatou nas Filipinas. Esse homem a vendeu para Giovanne Branzuela, professor primário no sul do país, por U$S 40 (R$ 217).
Foi Branzuela quem resolveu procurar nas redes sociais Lyle Carlson, o responsável por ter produzido a prancha, após ele ter visto o logotipo do shaper no objeto. Carlson, por sua vez, fez o contato entre Falter e o professor. Desde então, eles vêm conversando pela internet. Durante o período no mar, a prancha, que era azul e cinza, ficou desbotada.
Branzuela afirmou à agência AFP que o seu sonho é aprender a surfar. “Por enquanto, posso usar a prancha dele. Disse a ele que cuidaria bem dela”, afirmou. Já o surfista americano revelou que ficou feliz com o destino da prancha e comentou ainda que se não fossem as restrições de circulação por causa do novo coronavírus iria encontrar o professor.
“Eu não poderia imaginar um final melhor dessa história do que ver o esporte do surfe começar em um lugar onde ninguém surfa”, escreveu Falter no Facebook. Ele também criou uma vaquinha virtual para conseguir comprar equipamentos e revistas e enviar a Branzuela. O objetivo é que o professor possa aprender melhor a surfar e ensinar seus alunos mais sobre a atividade.
Posts Relacionados

Fundação Cultural de São José disponibiliza guia online com programação de setembro

Mário Toledo lança segundo livro como coautor em São Paulo na semana de abertura da Bienal do Livro

Carmo Dalla Vecchia e Vanessa Gerbelli falam sobre a peça “Forever Young” no Meon Entrevista
