Taubaté confirma terceira morte por dengue

Prefeitura de Taubaté confirma morte de homem de 54 anos por dengue

Escrito por: Maria Júlia da Silva Binotto2 min de leitura
Foto: Divulgação\ Governo de SP
Foto: Divulgação\ Governo de SP

A Prefeitura de Taubaté confirmou, no início da noite desta terça-feira (19), o terceiro óbito decorrente de dengue no município em 2026. A vítima é um homem de 54 anos, que residia no Residencial Estoril e era fumante — condição apontada pela administração municipal como comorbidade que agravou o quadro. O falecimento ocorreu no dia 3 de maio, mas o diagnóstico definitivo foi concluído após exames laboratoriais complementares.

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Com este novo registro, Taubaté contabiliza três mortes pela doença neste ano e mantém em vigor o decreto de situação de epidemia de dengue, estabelecido no mês passado. As duas primeiras vítimas fatais no município foram um idoso de 80 anos, morador do Jardim Gurilândia, e uma adolescente de apenas 13 anos, que também morava no Residencial Estoril.

O avanço da doença eleva o sinal de alerta em todo o Vale do Paraíba, que agora soma sete mortes confirmadas por dengue em 2026. A distribuição dos óbitos na região aponta Taubaté na liderança com três casos, seguida por Jacareí (2), São José dos Campos (1) e Tremembé (1).

De acordo com o balanço do Departamento Regional de Saúde (DRS) de Taubaté, a área de cobertura do Vale do Paraíba já atinge a marca de 6.380 casos confirmados da enfermidade. Além das sete mortes consolidadas, outras 12 suspeitas de óbito por dengue continuam sob investigação epidemiológica pelas equipes de saúde municipais e do Estado.

Em resposta aos dados, a Prefeitura de Taubaté informou que intensificou os arrastões de limpeza, nebulizações e visitas domiciliares contra o mosquito Aedes aegypti. As autoridades reforçam que a população deve fazer inspeções semanais nos quintais para eliminar pratos de vasos, pneus e calhas entupidas, além de permitir o acesso dos agentes de saúde credenciados.

A recomendação médica em cenários de epidemia é a busca imediata por atendimento assistencial nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ou postos de saúde aos primeiros sinais da doença.

  • Sintomas comuns: Febre alta súbita, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e articulares, prostração e manchas vermelhas na pele.
  • Sinais de alarme (urgência): Dor abdominal forte e contínua, vômitos persistentes, sangramento de mucosas (nariz e gengiva), tontura ao levantar, sonolência ou irritabilidade.

Foto: Divulgação\ Governo de SP

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