Taubaté fecha primeiros quatro meses do ano com redução de 355 vagas no comércio
Supermercados e lojas de vestuário, tecidos e calçados foram os setores que mais perderam vagas Arquivo/Meon Os quatro primeiros meses do ano foram de saldo negativo para o comércio de Taubaté. Isso porque a cidade registrou uma perda de 355 vagas de empregos formais, sendo que os setores mais prejudicados foram os supermercados (-156) e […]


Supermercados e lojas de vestuário, tecidos e calçados foram os setores que mais perderam vagas
Arquivo/Meon
Os quatro primeiros meses do ano foram de saldo negativo para o comércio de Taubaté. Isso porque a cidade registrou uma perda de 355 vagas de empregos formais, sendo que os setores mais prejudicados foram os supermercados (-156) e as lojas de vestuário, tecidos e calçados (-101).
O levantamento foi feito pelo Sincovat (Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté) em parceria com o FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) e divulgado nesta semana.
De acordo com Dan Guinsburg, presidente do Sincovat, o resultado da pesquisa foi pior do que o encontrado no mesmo período de 2018. Ele explica que a queda no número de vagas no comércio acontece devido à queda de confiança do empresário diante do baixo crescimento da economia e também à dispensa de funcionários temporários contratados para as festas de fim de ano.
“Além disso, é natural um comportamento negativo de vagas de empregos nos primeiros meses do ano, visto que há uma dispensa de temporários, principalmente em janeiro, devido as contratações extras para o período de final de ano”, afirmou Guinsburg. Taubaté tem 14.009 vínculos formais no comércio varejista, sendo que os supermercados correspondem por 32% do total de empregos.
Recuperação
Apesar do resultado ruim no início do ano, o presidente do Sincovat está otimista com o resultado da próxima pesquisa, que vai considerar o levantamento feito nos meses de maio junho e julho.
“Nos próximos meses vamos ter indicação de bons desempenhos, pois no ano passado tivemos a greve dos caminhoneiros que impactou de forma negativa o mercado de trabalho, principalmente o comércio. Assim, os saldos devem ser positivos, mas ainda não haverá a recuperação total das vagas perdidas em anos anteriores”, analisou Guinsburg.
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