Taubaté fica fora da lista de escola cívico-militares anunciada pelo MEC

Cidade inscreveu 13 instituições municipais no programa do governo federal

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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No estado de São Paulo, apenas Campinas vai receber uma escola cívico-militar

Marcelo Camargo/Agência Brasil



Taubaté ficou de fora da lista das cidades escolhidas pelo MEC (Ministério da Educação) para receber o Pecim (Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares). O anúncio foi feito na quinta-feira (21).
A cidade da RMVale inscreveu 13 instituições municipais no programa, mas, no estado, apenas Campinas foi escolhida.


Das 54 escolas públicas escolhidas para fazer parte do programa, 38 são escolas estaduais e 16 municipais. Essas instituições terão um regimento militar a partir de 2020. Segundo o MEC, cerca de 1.000 militares, tanto da reserva como da ativa, vão participar do projeto-piloto, atuando na gestão educacional das instituições.

Em setembro, Taubaté inscreveu 13 escolas municipais depois de audiências públicas e aprovação dos pais e responsáveis pelos alunos. Segundo o secretário de Educação Básica do MEC, Jânio Carlos Macedo, tiveram prioridade na escolha as escolas localizadas em capitais ou regiões metropolitanas, devido ao acesso a um número maior de estudantes.

Taubaté foi o único município da região a se inscrever no programa. Ao todo, 41 cidades de São Paulo mostraram interesse em ter uma escola no modelo cívico-militar.

O Meon entrou em contato com a Prefeitura de Taubaté para comentar o assunto, mas não obteve resposta.

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Em setembro, dias antes do MEC divulgar o Pecim, a deputada estadual Letícia Aguiar (PSL) publicou um vídeo nas redes sociais ao lado do prefeito de Taubaté Ortiz Junior (PSDB) divulgando uma escola cívico-militar na cidade.

No vídeo, Ortiz afirmou que a escola ficaria no prédio onde funcionava uma unidade da Etec, no bairro Vila São José. O local, porém, deve abrigar uma escola de economia criativa.

Em nota, e sem entrar muito em detalhes, a deputada Letícia Aguiar informou que a escola anunciada por ela e o prefeito ainda pode sair do papel, pois o projeto não tem ligação com o Pecim.

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