Tecnologia na escola: perigo iminente!
Alunos não apresentam recursos e habilidades para compor a nova tecnologia em toda sua amplitude


O avanço tecnológico não foi aplicado à educação como deveria
Flávio Pereira/Meon
A Educação Interativa, surge como uma mudança significativa e necessária para o modelo educacional brasileiro.
O educador passa de “detentor do conhecimento” (modelo tradicional) para “facilitador de aprendizagem” (modelo moderno).
O que torna-se preocupante é que o avanço tecnológico não foi aplicado à educação como deveria, simultâneo e gradativamente, como nos outros setores.
Agora, é injetado com rapidez, na esperança de resultados satisfatórios e a curto prazo em instituições de ensino.
Perigo iminente, em se tratando neste caso, desta informação: Rede Municipal de Ensino.
A clientela atendida, não apresenta recursos e habilidades para compor a nova tecnologia em toda sua amplitude no seu cotidiano.
O que esperar então desta inclusão?
Boa ideia, passo largo e decisivo para uma educação melhor e de mais qualidade. Mas, muito trabalho, dedicação e perseverança pela frente:
– formação e aperfeiçoamento docente e discente
– treinamento e adequação da comunidade (pais e/ou responsáveis)
Sempre o objetivo final e mais abrangente, deve ser: o desenvolvimento global das potencialidades dos educandos, para que se tornem cidadãos conscientes e participativos do meio em que estão inseridos e da sociedade como um todo, visando serem agentes de transformação por um país melhor e mais digno.
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