‘Tenho capacidade para estar ali’, diz Ludmilla, que estreia no ‘The Voice+’
Ludmilla será uma das juradas do The Voice+, edição do reality show musical da Globo para pessoas com mais de 60 anos, que estreia no próximo dia 17 de janeiro, e falou sobre sua primeira experiência como jurada no programa em coletiva virtual realizada nesta quinta-feira, 7. Aos 25 anos de idade, a cantora é a mais nova do time de…

Ludmilla será uma das juradas do The Voice+, edição do reality show musical da Globo para pessoas com mais de 60 anos, que estreia no próximo dia 17 de janeiro, e falou sobre sua primeira experiência como jurada no programa em coletiva virtual realizada nesta quinta-feira, 7.
Aos 25 anos de idade, a cantora é a mais nova do time de técnicos desta edição. Questionada sobre a responsabilidade de avaliar pessoas mais experientes, e até possíveis críticas do público por conta disso, contou: “Assim que eu fui convidada para fazer, essa foi a pergunta que ficou pairando.”
“Pensei ‘Caramba, a galera vai cair matando em cima de mim por eu ter só 25 anos e estar julgando a galera que é bem mais madura que eu.’ Mas botei na ponta do lápis. Olha tudo que eu já consegui construir na vida, onde consegui chegar. Sou muito determinada. Sei o que o público gosta de ouvir”.
“Quando recebi o convite, rapidamente dei uma titubeada. E vi que sim, tenho capacidade para estar ali”, afirmou.
Ludmilla destacou o cuidado que tem com os comentários feitos aos participantes: “Eu tinha o sonho de ser cantora. Queria que, por onde eu tivesse passado, as pessoas tivessem mais cuidado com meu sonho.”
“Quando estou ali naquela cadeira, tenho o maior cuidado. O tom de voz, tudo pode ser ‘inflamado’. Ali eu tenho que ter bastante cuidado com o sonho das pessoas”
“Com as críticas, já estou acostumada com isso. Sei que tem gente que vai gostar, que não vai gostar, e tenho que fazer o que o meu coração manda”, concluiu. Ludmilla.
A cantora também relatou que, no início, vinha batendo o botão vermelho ou seja, aprovando para todos os candidatos. “Preciso dar uma pisada no freio”, pensou, maneirando um pouco mais nas gravações seguintes.
“A galera é muito talentosa. Quando a gente bate no botão e vira, dá gosto de ver a felicidade no rosto deles. Muitos candidatos que a gente conversou falaram que já tinham deixado de lado a música e o The Voice+ deu outro fôlego para eles”, diz.
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