Torcedor agride jogador e briga com Gaviões paralisa semifinal da Liga Futsal
Uma briga envolvendo a Gaviões da Fiel, torcida organizada do Corinthians, paralisou nesta segunda-feira a segunda partida semifinal da Liga Futsal entre Corinthians e Intelli/Orlândia, disputado em Uberaba. Os dois rivais paulistas jogam no interior de Minas Gerais porque o ginásio de Orlândia não tem a capacidade mínima exigida para esta fase…

Uma briga envolvendo a Gaviões da Fiel, torcida organizada do Corinthians, paralisou nesta segunda-feira a segunda partida semifinal da Liga Futsal entre Corinthians e Intelli/Orlândia, disputado em Uberaba. Os dois rivais paulistas jogam no interior de Minas Gerais porque o ginásio de Orlândia não tem a capacidade mínima exigida para esta fase do campeonato.
A confusão começou com uma troca de empurrões entre Gadeia (do Orlândia) e Neto (Corinthians), na lateral da quadra. Um torcedor, aparentemente corintiano, pulou a grade e desferiu um soco em Gadeia. Os jogadores do Orlândia acionaram os seguranças e apontaram para o torcedor, localizado na primeira fileira da arquibancada.
Enquanto dois seguranças retiravam o corintiano, um torcedor vestido com a camisa do Orlândia tentou várias vezes agredir aquele primeiro torcedor. A Gaviões então partiu em defesa deste e foi para cima dos seguranças e do torcedor do Orlândia, iniciando a confusão.
O grupo de corintianos, que contava também com a presença de membros de outras organizadas, se deslocou até onde estavam os torcedores uniformizados do Orlândia. Só depois de cinco minutos é que a polícia militar de Minas Gerais entrou no ginásio e encerrou a briga. Em Minas, a PM não atua dentro de estádios, ficando com o clube, no caso o Orlândia, a contratação de seguranças privados.
“Tem que ser torcida única sempre. (A torcida do Corinthians) é uma torcida que é de campo, fica difícil para impedir que aconteça. A gente não consegue impedir. Acontece no Parque São Jorge, acontece aqui, vai acontecer onde quer que seja. O futsal não comporta duas torcidas onde quer que seja”, reclamou, ao SporTV, o superintendente do Orlândia, Carlão.
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