Tornozeleiras e botão do pânico: SP reforça proteção à mulher
Estado tem a menor taxa de feminicídios do Sudeste e a segunda menor do Brasil

O Governo de São Paulo consolidou uma rede de políticas públicas integradas para o enfrentamento da violência doméstica. Com o movimento SP Por Todas, o estado registrou, entre 2023 e o final de 2025, um crescimento de 21% na concessão de medidas protetivas e 11% nos boletins de ocorrência de agressão, refletindo maior confiança das vítimas nos canais de denúncia.
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Tecnologia e Monitoramento
A segurança das mulheres paulistas conta com ferramentas tecnológicas inéditas:
• Tornozeleiras Eletrônicas: Mais de 1.100 agressores são monitorados em tempo real; 112 já foram presos por descumprirem restrições.
• App SP Mulher Segura: Com 42,7 mil usuárias, o aplicativo permite o acionamento do Botão do Pânico, que gera resposta policial imediata.
• Rede Física: O estado ampliou em 54% as unidades de atendimento, contando agora com 142 Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs) e 170 salas DDM 24h.
Autonomia e Saúde
Além da segurança, o foco recai sobre a dignidade financeira. Mais de R$ 515 milhões foram investidos em negócios liderados por mulheres via Banco do Povo e Desenvolve SP. Na área social, cerca de 4 mil mulheres em situação de vulnerabilidade recebem um auxílio-aluguel de R$ 500 mensais para garantir um lar seguro longe do agressor.
Na saúde, o destaque é o AME Mulher, centro de referência que já realizou mais de 52 mil consultas e 9 mil mamografias, fortalecendo a rede de exames preventivos em todo o estado.
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