Três suspeitos da morte de frentista são presos em Taubaté

Homem foi morto com um tiro na barriga na manhã de domingo (22)

Escrito por: Marcus Alvarenga2 min de leitura
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Três suspeitos da morte de frentista são presos em Taubaté (Marcus Alvarenga/Meon)

Suspeitos da morte do frentista no último domingo (22), em Taubaté

Marcus Alvarenga/Meon

Três suspeitos da morte do frentista, Hélio Portes Barros Filho, 46, foram presos na madrugada desta sexta-feira (27) em Taubaté. Dois dos envolvidos, 29 e 24, foram abordados em uma blitz policial, no Quiririm e o terceiro, 27, foi encontrado no trabalho, no Jardim das Nações. O crime aconteceu na manhã de domingo (22).

A equipe policial da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) tinha informações que dois dos envolvidos iriam fugir para Minas Gerais na sexta (27). Com algumas informações foi realizado uma abordagem na rodovia Carlos Pedroso da Silveira, próximo ao distrito de Quiririm, onde dois foram detidos.

Os primeiros suspeitos a serem presos confessaram o crime e identificaram o terceiro envolvido. “Verificamos um terceiro como motorista de um veículo Monza escuro. Nas imagens ele estava estacionado em uma rua paralela. Os suspeitos indicaram quem seria o condutor e onde estaria”, explica a delegada da DIG, Fernanda Rangel Brandão.

O motorista era segurança de um restaurante na avenida Itália, no Jardim das Nações. Ele foi preso no local de trabalho no início da manhã. “No depoimento, eles falaram que não iriam roubar o posto. Foram organizados para roubar o local de trabalho do segurança, na avenida Itália. No momento desistiram por muito movimento no local”, conta a delegada.

Segundo a polícia, a decisão de roubar o posto foi tomada no momento do retorno para o Parque Aeroporto, quando viram o estabelecimento aberto.

Os dois homens que realizaram o roubo contestam no depoimento em dois pontos, um deles diz que o homem reagiu e por isso teria atirado contra o frentista, já outro afirma que o trabalhador não reagiu. Em outra parte do depoimento um deles confirma que a arma usada no crime foi vendida e um outro conta que a arma foi jogada em um rio.

Cadeia
Os três envolvidos vão responder o processo de latrocínio e associação criminosa e vão ficar 30 dias presos temporariamente na cadeia pública de Caçapava. Dois deles, o qual atirou e o dono da arma, já tiveram passagem por tráfico de drogas e porte ilegal de arma.

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