Trump prepara novas medidas contra o Brasil
Alvos são o Banco do Brasil e as importações da Rússia

O governo dos Estados Unidos, sob a liderança do presidente Donald Trump, está preparando novas medidas contra o Brasil, com foco em duas áreas principais: o Banco do Brasil e as importações de óleo diesel da Rússia. Essas ações são vistas como uma resposta a decisões judiciais brasileiras que entraram em conflito com interesses americanos.
+ Receba as notícias do dia – clique AQUI para seguir o canal MEON no WhatsApp
Alvos das novas medidas
Banco do Brasil: O Departamento do Tesouro dos EUA considera aplicar sanções econômicas ao Banco do Brasil, baseadas na Lei Magnitsky. Essa lei permite penalizar instituições que prestem serviços a indivíduos sancionados pelos EUA. A medida está relacionada ao fornecimento de um cartão de crédito ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, após o cancelamento de seu cartão Mastercard por uma instituição financeira.
Importações de óleo diesel da Rússia: Os EUA planejam aumentar a tarifa de importação de óleo diesel russo, atualmente em 25%, para 50%. Essa ação visa pressionar o Brasil a reduzir suas compras de combustível da Rússia, alinhando-se às políticas americanas de contenção econômica ao país europeu.
Reações brasileiras
O governo brasileiro tem contestado essas medidas, argumentando que as decisões judiciais nacionais não têm eficácia extraterritorial. Além disso, o Brasil defende que suas políticas comerciais, incluindo as tarifas sobre produtos digitais e o sistema de pagamentos Pix, estão em conformidade com as normas internacionais e não devem ser alvo de sanções.
Essas tensões refletem um momento delicado nas relações entre os dois países, com o Brasil buscando equilibrar suas políticas internas e externas diante das pressões dos EUA.
Posts Relacionados

Primeiro papa a votar nos EUA: Leão XIV envia cédula pelo correio para a eleição desta terça

Vídeo mostra helicópteros se chocando perto do Everest; turista morre e dois ficam feridos

Dia D para Trump: americanos vão às urnas hoje e podem tirar dele o controle do Congresso
