Unitau vai desenvolver projeto com instituto coreano para construir navio médico inteligente

Projeto deve ser iniciado no próximo ano; navio médico realizará atendimentos

Escrito por: Moisés Rosa2 min de leitura
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Projeto deve ser iniciado no próximo ano; navio médico realizará atendimentos

Leonardo Oliveira/Unitau

A Unitau (Universidade de Taubaté) e um instituto coreano, o Kiat, vão desenvolver em parceria o projeto de um navio médico inteligente para salvamentos e atendimentos à população. O acordo foi firmado na sexta-feira (24), durante encontro em São Paulo. 

A universidade taubateana foi escolhida para ser a gestora do projeto e será responsável pela busca de parceiras para implementação. Alunos e professores de alguns cursos irão participar diretamente do desenvolvimento e planejamento.

A proposta apresentada é semelhante ao navio já utilizado em ações na Amazônia, mas o diferencial será na tecnologia usada. O projeto deve ser iniciado no próximo ano, após a finalização dos detalhes do programa. 

De acordo com o reitor Rui Camargo, os recursos tecnológicos utilizados no navio médico serão de ponta. “Vamos usar todas as tecnologias coreanas neste projeto. Será um projeto inovador, que vai trazer agilidade nos atendimentos do navio médico”, explica. 

Com o navio médico em atividade, também será possível monitorar o estado de saúde dos pacientes e transmitir os dados. “A tecnologia de ponta vai permitir que o estado de saúde dos pacientes sejam monitorados e acompanhados. Além disso, é possível a transmissão desses dados para alguma base de atendimento”, diz Camargo. 

O projeto 
Até o fim do ano, a parceria entre a Unitau e o instituto coreano deve ser detalhada. Os valores para a implementação do projeto do navio e a estrutura não foram informados. “É um projeto importante para as áreas social e médica. Os detalhes devem ser concluídos até dezembro deste ano e iremos saber como será o desenvolvimento da proposta”, acrescenta o reitor Rui Camargo. 

“Para nós é muito importante essa parceria, que vai trazer avanços nas pesquisas da área da Saúde”, finaliza.

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