60% dos funcionários das Etecs e Fatecs da região aderem à greve

Nesta segunda-feira (17), cerca de 60% dos funcionários das Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades Técnicas (Fatecs) suspenderam as atividades. Segundo o Sinteps (Sindicado dos Trabalhadores do Centro Paula Souza), cerca de 10 mil alunos foram atingidos com a paralisação.

Escrito por: Poliana Casemiro2 min de leitura
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Cerca de 60% dos funcionários das Etecs (Escolas Técnicas) e Fatecs (Faculdades Técnicas) suspenderam as atividades nesta segunda-feira (17). Segundo o Sinteps (Sindicado dos Trabalhadores do Centro Paula Souza), cerca de 10 mil alunos foram atingidos com a paralisação.

“Hoje os professores das Etecs recebem R$ 13 pela hora da aula e o valor não é pago conforme a titulação”

Renata Ramos professora

O Ceeteps (Centro Paula Souza) afirma que ainda não há um balanço estadual, mas das 12 unidades da região, Taubaté, Caçapava, Pindamonhangaba, Jacareí e Pindamonhangaba aderiram à greve. A ação é uma tentativa de pressionar o governo para aprovar a atualização do plano de carreira dos funcionários.

Em Taubaté, os professores da Etec Geraldo José Rodrigues Alckmin deixaram de trabalhar já nas primeiras horas da manhã e se reuniram na portaria da escola com faixas, que anunciavam a greve e faziam reivindicações. De acordo com a professora Renata Ramos, a reivindicação vai além do plano de carreira. “Nosso piso salarial é baixo. Hoje os professores das Etecs recebem R$ 13 pela hora da aula e o valor não é pago conforme a titulação de mestre ou doutor”.

Entenda o caso
Após paralisação em 2011, o governo comprometeu-se a elaborar o novo plano de carreira para professores e servidores do Ceeteps. No primeiro semestre de 2013, dois anos após a promessa, o Ceeteps e o Sintep se reuniram para elaborar uma proposta em comum. O resultado do encontro foi encaminhado ao governo para avaliação e desde então está estagnado na Secretaria de Gestão do Estado.

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