‘A atual gestão se perdeu em tantas promessas’, diz vereador Marcelo
Vereador de Paraibuna diz que governo não cumpriu 10% do plano


Vereador de Paraibuna diz que governo não cumpriu 10% do plano
Divulgação
Nascido em São José dos Campos, o vereador de Paraibuna Marcelo André dos Santos (PT), 36 anos, é o entrevistado de hoje no Política: Fala Aí. Ao Meon, o parlamentar avalia o atual cenário político em Paraibuna e fala do trabalho da oposição. Ele afirma ainda que o atual governo não está cumprindo as metas prometidas.
“A atual gestão se perdeu em tantas promessas, pois não cumpriram nem 10% do plano de governo”, questiona.
Quais seus principais projetos realizados neste mandato?
Realizamos alguns trabalhos de destaque na cidade, entre eles, acabamos com os remédios vencidos nos postos de saúde e acabamos com a farra dos médicos que assinavam ponto e recebiam sem trabalhar. Trouxemos emendas para a Santa Casa. Consegui também, por meio de denúncia do MP [Ministério Público], fazer a administração reabrir convênio para pessoas com deficiência visual e criar a Lei do Sossego, entre outras conquistas.
Como analisa o desenho político para as eleições municipais de 2016? O atual governo está cumprindo com as metas estabelecidas?
O cenário político para 2016 será muito disputado, pois a situação terá como candidato o atual vice-prefeito que tem a máquina pública nas mãos, apesar de fazer um péssima gestão, deixando os funcionários abandonados, sem aumento há seis anos. Já a oposição vem com vários candidatos. A atual administração se perdeu em tantas promessas, não cumprindo 10% do plano de governo, como as moradias – que prometeram por 8 anos as casas populares -, e os empregos com a construção de um polo industrial. Prometeram ainda melhorias na Saúde, que está com falta de médicos e remédios, mas infelizmente nada foi feito.
A oposição vem disposta a dialogar com o povo e a fazer um governo popular, com a participação da população, ao contrário do que acontece hoje na cidade.
Dos assuntos tratados neste ano pela Câmara, qual em sua opinião foi mais delicado e exige (ou exigiu) mais cautela? Qual o motivo?
Neste ano, não tivemos nenhum assunto em especial. Considero o meu mandato como difícil, pois o prefeito sucateou e não fez investimento, em sete anos na ETA (Estação de Tratamento de Água). Outros pontos importantes são: o envio de projetos para a captação de recursos por meio da Funasa (Fundação Nacional de Saúde), para a Saúde. Outro projeto importante e discutido foi a concessão da água, proposta que, inclusive, votei contra.
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