Após 5 anos de atraso, CDHU promete entrega de 65 casas em Roseira

Após cinco anos de atraso para a entrega das casas populares em Roseira, O CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) promete que o prazo de entrega para dezembro de 2014 será cumprido. Ao todo, 65 casas populares vão ser entregues pelo programa estadual.

Escrito por: Moisés Rosa2 min de leitura
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Após cinco anos de atraso para a entrega das casas populares em Roseira, a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) promete que o prazo de entrega para dezembro de 2014 vai ser cumprido. Ao todo, 65 casas populares vão ser entregues pelo programa estadual. A obra foi por diversas vezes embargada pela Justiça e alvo de denúncia do Ministério do Trabalho, que apontou situações de risco aos trabalhadores.

Em 2013, a empresa foi notificada por não oferecer alguns requisitos solicitados pelo Ministério do Trabalho

Francisco Chescocoord. CDHU regional

O coordenador regional da CDHU, Francisco Assis Vieira ‘Chesco’, afirma que o projeto teve atrasos por conta de modificações na proposta inicial. “Quando o atual prefeito assumiu pediu para que o projeto sustentável fosse modificado e como é a prefeitura que contrata a empresa, nós respeitamos a decisão e modificamos os métodos construtivos”, comenta em entrevista a uma rádio da região.

Chesco ressalta que os trabalhos estão avançados e que o prazo inicial vai ser cumprido. “Temos um cadastro prévio das famílias que foram cadastradas no programa anteriormente e estamos acompanhando o cronograma físico e financeiro das obras. Estamos acompanhando todo o processo e com a finalização iremos realizar o sorteio público e assim beneficiar efetivamente as famílias de baixa renda de Roseira”, diz o coordenador.

Notificações
Sobre os problemas com a empresa em 2013, que foi notificada pelo Ministério do Trabalho por irregularidades, Chesco afirma que no momento não há impedimentos. “Em 2013, a empresa responsável pelas obras foi notificada por não oferecer alguns requisitos solicitados pelo Ministério do Trabalho. O órgão tem toda autonomia para fazer qualquer tipo de apontamento nos canteiros de obras e indicar as modificações”, destaca Francisco Chesco.

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