Associação denuncia decapitação de cachorro em Taubaté

Animal foi encontrado às margens da linha férrea

Escrito por: Marcus Alvarenga2 min de leitura
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Associação denúncia decapticação de cão em Taubaté

Trecho da linha férrea onde o animal foi encontrado pela associação

Divulgação/Associação Vida Taubaté Defesa dos Animais

A Associação Vida Taubaté Defesa dos Animais recebeu a denúncia da morte de um cachorro na tarde de ontem (16). O presidente, Afonso Neto, encontrou somente a cabeça do animal às margens da linha férrea que passa pelo bairro Independência. A associação registrou o caso na Polícia Civil, que segue com as investigações sobre o crime.

A cabeça do cão, da raça rottweiler, foi encontrada por volta das 12h nos trilhos entre a avenida Marrocos e rua Prof. Ernesto de Oliveira Filho. O presidente da associação conta que ao chegar ao local ficou em choque com a situação. “Trabalho desde 1990 no âmbito de proteção animal e nunca tinha visto uma situação semelhante. Já encontrei animais mortos, mas nunca somente a cabeça de um cão. Foi um choque”, relata.

A prefeitura foi acionada e a cabeça foi levada para a sede do Centro de Controle de Zoonoses de Taubaté, onde permanece preservada para perícia policial. O corpo do cão ainda não foi encontrado.

A associação registrou um boletim de ocorrência no 2º DP e a investigação do caso segue com a delegada da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), Fernanda Angel Brandão. A delegada não quis comentar o caso.

Nesta quarta-feira (17), a associação recebeu uma nova denúncia anônima com informações sobre o suspeito de ter matado o animal. “O denunciante foi muito firme nas suas colocações, informou diversos detalhes. A imagem enviada pelo denunciante e todas as informações já foram repassadas para a Polícia Civil”, relata o presidente.

Redes Sociais
A publicação do crime nas redes sociais pela associação já alcançou mais de 184 mil visualizações e cerca de 1.300 curtidas. Os comentários na postagem já passam dos 3 mil. Muitos internautas relatam o sentimento de horror pelo caso e outros escrevem citações de ódio contra o possível autor.

A associação alega não ter responsabilidade pelos comentários e pede que as pessoas se acalmem. “A polícia está responsável pela investigação. Não devemos promover a discórdia ou ódio”, explica Neto.

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