Avenida Sete de Setembro, em Lorena, passa a ser mão única

Com o crescimento não só dos bairros, mas também da área comercial, os departamentos de trânsito dos municípios enfrentam o desafio de melhorar a mobilidade urbana. Em Lorena, numa reunião entre a Secretaria de Trânsito e moradores da região da avenida Sete de Setembro, no bairro da Cruz, ficou estabelecido que a partir do próximo dia 20, o tráfego de veículos no local será modificado.

Escrito por: Da redação2 min de leitura
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A avenida Sete de Setembro que vai sofrer alterações a partir do dia 20

Divulgação

Com o crescimento não só dos bairros, mas também da área comercial, os departamentos de trânsito dos municípios enfrentam o desafio de melhorar a mobilidade urbana. Em Lorena, numa reunião entre a Secretaria de Trânsito e moradores da região da avenida Sete de Setembro, no bairro da Cruz, ficou estabelecido que a partir do próximo dia 20, o tráfego de veículos no local será modificado.

A avenida Sete de Setembro, a partir da rua Góis Monteiro, seguirá sentido único, do bairro para o Centro até o encontro com a Rua Santa Rita de Cássia, que seguirá no sentido contrário, do Centro para o bairro.

De acordo com o secretário de Trânsito e Transportes, Jayme Silva, a partir da mudança haverá uma avaliação para verificar se outras ruas sofrerão alterações. “A gente vai proceder à sinalização, indicando aí as duas com o sentido obrigatório, uma sentido contrário à outra, e fazer as adequações nas outras vias também, porque algumas coisas terão que ser mexidas”.

Segundo Silva, essa é a melhor solução para o tráfego de veículos naquela região. “Se for necessário, a gente faz outras adequações, mas do meu ponto de vista técnico, está comprovado que essa é uma solução para o trânsito, para a convivência pacífica de todos os tipos de transportes que andam pela nossa cidade”.

O secretário afirmou ainda que caso continuasse em mão dupla, seria necessário proibir o estacionamento nos dois lados das vias, o que prejudicaria o comércio local, já que ficariam sem o acesso necessário.

Os motoristas terão um prazo de quinze dias para se adaptar às alterações realizadas nesses locais.

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