Bandidos explodem 10 caixas eletrônicos em Santa Branca

Uma quadrilha com cerca de 15 pessoas explodiu caixas eletrônicos das três agências bancárias que funcionam em Santa Branca. A ação ocorreu por volta das 3h30 e teve como alvo as máquinas dos bancos Santander, Bradesco e Banco do Brasil. Todos no centro da cidade.

Escrito por: João Pedro Teles2 min de leitura
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Uma quadrilha formada por cerca de 15 pessoas explodiu os caixas eletrônicos das três agências bancárias do centro de Santa Branca. A ação ocorreu por volta das 3h30 e teve como alvo as máquinas dos bancos Santander, Bradesco e Banco do Brasil.

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Caixas eletrônicos das agências do Banco do Brasil, Santander e Bradesco foram explodidos durante a ação dos bandidos em Santa Branca

A polícia não tem pistas dos suspeitos e ainda contabiliza o valor roubado. De acordo com o Distrito Policial, a ação foi simultânea e durou 15 minutos. Ao menos, 10 caixas foram explodidos dentro das agências.

Armados com fuzis, os assaltantes agiram com violência durante toda a ação. Vários tiros foram disparados, a maioria contra os carros que passavam pelo local. A quadrilha bloqueou o trânsito nas imediações dos bancos até concluir a explosão dos caixas.

Uma viatura da Polícia Militar acompanhou a ocorrência. Entretanto, segundo a polícia, foi evitado o confronto para garantir a segurança das motoristas que estavam impedidos de deixar o local.

Com as explosões, os moradores de Santa Branca ficaram sem opções para sacar dinheiro, já que o roubo envolveu todas as agências que funcionam no centro da cidade. Restou apenas o posto bancário da Nossa Caixa, que fica dentro do Fórum e não abre aos finais de semana. Ainda não há prazo para que os serviços voltem ao normal.

Investigação
Ainda sem suspeitos, a Polícia Civil vai utilizar imagens internas das agências para tentar identificar os assaltantes. Também é realizada uma perícia no local. Testemunhas serão ouvidas pela polícia nos próximos dias.

No ano passado, a RMVale registrou 50 assaltos por meio de explosões a caixas eletrônicos. Somente em janeiro deste ano foram mais seis ocorrências.

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