Campanha de doação de sangue mobiliza Guará
A secretaria de Saúde de Guaratinguetá, em parceria com o Hemonúcleo de Taubaté, realiza campanha de doação de sangue duas vezes ao mês, sempre às terças-feiras, das 8h às 12h. A próxima campanha será no dia 19 de agosto. A coleta é feita por técnicos do Hemonúcleo de Taubaté que viajam todos os dias, percorrendo os municípios da RMVale (Região Metropolitana do Vale e Litoral Norte).


Coleta deve abastecer o Hemonúcleo de Taubaté, responsável pelo
fornecimento aos hospitais da RMVale
Francisco Assis/Jornal Atos
A secretaria de Saúde de Guaratinguetá, em parceria com o Hemonúcleo de Taubaté, realiza campanha de doação de sangue, duas vezes ao mês, sempre às terças-feiras, das 8h às 12h. A próxima campanha será no dia 19 de agosto. A coleta é feita por técnicos do Hemonúcleo de Taubaté que viajam todos os dias, percorrendo os municípios da RMVale (Região Metropolitana do Vale e Litoral Norte).
Segundo a secretaria de Sáude, cada doador só pode doar a cada três meses, e precisa atender a alguns requisitos, como pesar no mínimo cinquenta quilos, não pode estar tomando nenhum medicamento, ter entre 16 e 69 anos, sendo que quando menor deve estar acompanhado por um responsável. Quem passou pelo procedimento de tatuagem ou piercing também pode doar desde que já tenha cumprido o prazo de um ano do feito. Além disso, é preciso dormir pelo menos seis horas na noite anterior à doação, não fumar duas horas antes e duas horas depois, não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas antecedentes, não comer alimentos gordurosos até três horas antes e não fazer jejum antes da doação.
“A pessoa que chega ao local para doar, passa por uma triagem. O primeiro passo é preencher uma ficha de identificação, uma avaliação física onde é possível identificar se a pessoa tem anemia, e uma entrevista com a enfermeira-chefe da equipe. Possibilitado, o doador é encaminhado para a maca onde é coletada amostras de sangue para análise e 450 ml para o banco de sangue”, detalhou a educadora de saúde de Guará, Maria José Bassanelli.
Todo o processo, desde o momento em que a pessoa chega ao local de doação, leva pelo menos uma hora e meia. Por isso, quem doa, recebe no ato um atestado com registro do Ministério do Trabalho, e é abonado do serviço no dia. “Nenhuma firma pode rejeitar este atestado, o Ministério assegura esse direito uma vez por ano”.
De acordo com Maria, a meta do Ministério da Saúde é que pelo menos 3% da população de cada cidade doe sangue. “Essa meta infelizmente nunca é atingida em nenhum município, ficando muito distante do ideal. O número de doadores de sangue é sempre muito abaixo do esperado”, lamenta.
De cada doador, além das 450 ml de sangue, é coletada uma amostra de sangue, que é encaminhada para análise no laboratório de Taubaté. “As análises são para detectar a presença de doenças graves transmitidas pelo sangue como a hepatite C e B, sífilis, Aids e doença de Chagas”, explicou Maria.
Após análise, os sangues que forem aprovados, são classificados pelo tipo sanguíneo e ficam armazenados no banco de Taubaté, de onde são encaminhados para os hospitais da região conforme a necessidade.
Proprietária de um salão de beleza, Sirlene Aparecida Augusto é doadora há 15 anos e deixa um recado para aqueles que estão em dúvida ou têm medo de doar.
“Não dói nada. É um bem que a gente faz, porque doando a gente recebe mais. É amor, e amor não se compra, se doa”, exclama Sirlene.
Posts Relacionados

Chuva mata oito bovinos, alaga casa e provoca deslizamento em rodovia no Vale do Paraíba

EDP investe R$ 4,5 milhões para ampliar capacidade energética de Lorena em 15%

Defesa Civil emite alerta severo para chuva forte em São José dos Campos e Jacareí
