Campanha pretende vacinar 117 mil crianças na RMVale neste sábado
Pais devem levar filhos para vacinar em qualquer unidade de saúde da rede pública até as 17h


Todas as cidades da RMVale (Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte) participam neste sábado (4) do primeiro dia ‘Dia D’ da Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite e o Sarampo. Em todo o estado de São Paulo foi antecipado o início da vacinação, que começa na segunda-feira (6) nos demais estados.
A vacina estará disponível em UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e postos de apoio nos 39 municípios da RMVale, das 8h às 17h. A orientação é que os pais ou responsáveis compareçam com as crianças aos postos de aplicação da vacina, levando a caderneta de vacinação para avaliação e registro. Caso nao encontrem a caderneta, basta levar os documentos pessoais.
A meta é vacinar 95% das 123 mil crianças com idade entre 1 e 5 anos incompletos (4 anos, 11 meses e 29 dias) que vivem na região –o que corresponde a cerca de 117 mil crianças.
Doenças
O sarampo é uma doença infecciosa aguda, transmissível e extremamente contagiosa, podendo evoluir com complicações e morte, particularmente em crianças desnutridas e menores de um ano de idade. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções respiratórias.
Atualmente, o Brasil enfrenta surtos de sarampo em dois estados (Roraima e Amazonas) com registro de 314 casos confirmados.
Na campanha contra o sarampo será utilizada a vacina tríplice viral (Sarampo, Caxumba e Rubéola).
A pólio é uma doença infectocontagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito. Acomete em geral os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principais características a flacidez muscular, com sensibilidade preservada, e a arreflexia no segmento atingido.
A transmissão ocorre por contato direto pessoa a pessoa, pela via fecal-oral (mais frequentemente), por objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes ou portadores, ou pela via oral, através de gotículas de secreções da orofaringe (ao falar, tossir ou espirrar). A falta de saneamento, as más condições habitacionais e a higiene pessoal precária constituem fatores que favorecem a transmissão do poliovírus.
O último caso de poliomielite no Brasil ocorreu em 1989 e desde 1990, não são registrados casos da doença.
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