Criança morre afogada em piscina de residência no Potim

Menino de um ano caiu em piscina na casa da avó em Potim. Família tentou socorro e Samu realizou manobras de reanimação na estrada, mas a vítima não resistiu

Escrito por: Maria Júlia da Silva Binotto2 min de leitura
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Uma tragédia familiar comoveu a região na tarde deste domingo (24). Um menino, identificado como Gael, morreu após sofrer um afogamento na piscina da residência de sua avó. O triste incidente mobilizou parentes e equipes de socorro em uma tentativa desesperada de salvamento.

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O caso foi registrado no plantão policial por um familiar que testemunhou o ocorrido. De acordo com o depoimento, ele estava almoçando na casa ao lado junto com a avó do menino quando a irmã da vítima, chamada Melissa, entrou correndo desesperada para avisar que o irmão havia caído na água e estava desmaiado.

Ao correr para o local dos fatos, o parente constatou que Gael já havia sido retirado da piscina, mas permanecia completamente desacordado. O pai, a mãe e outras pessoas que estavam presentes iniciaram imediatamente manobras de primeiros socorros na tentativa de reanimá-lo. Em determinado momento, o menino chegou a expelir parte do alimento que havia ingerido pela boca, mas continuou sem apresentar qualquer reação.

Diante da gravidade da situação e sem acionar a Polícia Militar no primeiro momento, a família colocou a criança em um veículo particular e partiu às pressas em direção ao Pronto Atendimento mais próximo. Durante o trajeto, nas proximidades da Casa do Bosque, no município de Potim, o carro foi interceptado por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os socorristas assumiram o atendimento na estrada e realizaram diversas tentativas de reanimação cardiopulmonar, porém não foi possível restabelecer os sinais vitais da vítima, tendo o óbito constatado na rota de socorro.

Como a prioridade absoluta da família foi a condução imediata da vítima para a busca de atendimento médico, o local do afogamento não foi preservado para os trabalhos da perícia técnica.

Os pais do menino, em estado de choque, não compareceram ao plantão policial para o registro inicial da ocorrência. Diante dos fatos narrados e do trágico desfecho, a autoridade policial de plantão requisitou formalmente a realização de um exame necroscópico no corpo da criança para atestar legalmente a causa do falecimento antes da liberação para o sepultamento.

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